sexta-feira, 20 de julho de 2012

Transporte aquaviário na capital paulista !


Transporte hidroviário.

A cidade de São Paulo tem a ventura de ser cortada no sentido leste-oeste pelo Anhambi, o histórico e importante rio Tiete, célebre pelas monções e agora pelas suas represas, hidroelétricas e eclusas.

Também é cortada pelo rio Pinheiros que saindo do sul segue em direção ao Tiete, tendo seu curso natural invertido pelas bombas da usina da Traição, próximo ao Morumbi, que levam suas águas para as represas do alto da serra do Mar.

São Paulo está praticamente ilhada pelas represas de Santo Amaro, Billingues e pelo reservatório de Mairiporã, de forma que o transporte hidroviário pode ser implementado com certa facilidade.

Desobistruir o leito dos rios principais e ampliar a calha de acesso as represas, pode permitir a par do transporte fluvial de passageiros, igualmente o turismo a ser explorado, levando através de barcas, passageiros desde Santo Amaro, até Santa do Parnaiba ou Mogi das Cruzes.

A natureza propiciou esse brinde. O povo está há décadas poluindo o leito dessas hidrovias naturais que outrora foram os leitos usados pelos desbravadores que de lá partiram para rasgar e ampliar as fronteiras do país.

O investimento é grande. Sem dúvida é preciso investir milhões e milhões para adaptar os rios e as represas para essa finalidade própria e indispensável.

A cidade mais rica do pais precisa de dinheiro para dar solução a sua mobilidade. Daí, tem que recorrer a União e exigir, como outras cidades e Estados da Federação fazem habitualmente, seja a obra financiada a fundo perdido pelos cofres federais.

É justo que a cidade e seu povo tenham melhora na qualidade de vida, já que, graças ao seu esforço e trabalho duro e árduo, 40% do PIB brasileiro advém daquele sítio.

O Expresso Vida sugere aos governantes e legisladores paulistas, aos que representam o Estado e o povo que saiam a cata de recursos públicos e implementem as hidrovias, fomentando melhor mobilidade, turismo, renda, emprego e mais uma atração aos que chegam na cidade.

Afinal, a cidade de São Paulo é sofrida e desumana aos seus habitantes por ser extremamente humana e solidária com o país e merece portanto essa ajuda financeira.

Roberto J. Pugliese
www.pugliesegomes.com.br





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