terça-feira, 17 de setembro de 2013

Orientação para viver muito.


Longevidade.

O boliviano indígena e agricultor Carmelo Flores, que pode ser a pessoa mais velha do mundo, atribui sua longevidade a grãos de quinoa, a cogumelos ribeirinhos e ao fato de mascar folhas de coca.

Falando no vilarejo situado a 4 mil metros de altura onde ele mora em uma cabana com teto de palha, Flores diz que a dieta tradicional andina o manteve vivo por 123 anos.

"Batatas com quinoa são deliciosas", disse Flores em Aymara, a única linguagem que o homem quase surdo fala.

É impossível verificar a idade Flores, uma vez que a Bolívia só começou a emitir certidões de nascimento oficiais em 1940. Mas ele diz que sua certidão de batismo apresenta seu aniversário como 16 julho de 1890 e ele tem documentos nacionais de identidade com base no certificado.

O Cartório de Registro Civil da Bolívia informou que está analisando a validade dos documentos e não pode comentar até que a investigação seja concluída.

Ainda assim, muitos na Bolívia já estão celebrando a longevidade Flores. Um funcionário do governo local planeja conceder-lhe um título em 26 de agosto.

O título da pessoa mais antiga que já viveu pertence a Jeanne Calment, da França, que morreu com 122 anos, em 1997, de acordo com a organização Guinness World Records, que não respondeu imediatamente a um pedido da Reuters para comentar Flores.

Enquanto Flores ainda é forte o suficiente para fazer caminhadas diárias com sapatos feitos de pneus reciclados, ele passa a maior parte do seu tempo deitado em um cobertor assistindo a vida da aldeia passar.

Mas sua vida não foi sempre como sedentário. Flores disse que lutou na brutal Guerra do Chaco entre Bolívia e Paraguai, e teve que caçar gambás para nutrir-se.

"Todo mundo que morou aqui já morreu, homens e mulheres, eu sou o único que ainda está vivo. Até a minha mulher morreu", disse ele. "Eu não sei por quanto tempo vou viver", acrescenta. "Só Deus sabe. Ele vai me dizer se eu vou morrer ou continuar a viver."
O Expresso Vida chega a concluir que uma opção para viver bastante é morar na Bolívia... vale ponderar.

Roberto J. Pugliese
presidente da Comissão de Direito Notarial e Registros Públicos –OAB-Sc
Membro da Academia Eldoradense de Letras
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Titular da Cadeira nº 35 – Academia São José de Letras
Autor de Terrenos de Marinha e seus Acrescidos, Letras Jurídicas
Autor de Direitos das Coisas, Leud

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