24 fevereiro 2025

Quem ainda apoia a ditadura não merece respeito


Corremos sério risco de termos violados direitos e garantias naturais com o golpe de estado desenhado pelo Capitão de Xiririca e militares de altas patentes e civis lesa-pátria.

Sem perdão

Sem anistia.




Roberto J. Pugliese
editor

www.puglieseadvogados.com.br

19 fevereiro 2025

O Capitão de Xiririca foi denunciado pela prática de crime contra o estado de direito.

 A Democracia e os valores da Nação brasileira


No exercício da presidência da República não fez cerimonia e se valeu de todos os meios para permanecer no cargo, mesmo tendo perdido as eleições que se realizaram em dois turnos.

Inconformado convocou militares, juristas e insuflou o povo a se rebelar. Na estratégia esboçada incluía assassinar autoridades e provocar a sublevação popular.

Agora denunciado pela prática de diversos crimes, tenta reverter a situação através de ato político, que venha anistia-lo.

Covarde e desmoralizado, assim como os seus comparsas civis e militares só podem se valer do decreto legislativo os anistiando e concedendo o perdão pelos atos comprovadamente praticados.

Sem maiores discussões, o Expresso Vida aplaude a denuncia criminal de lavra do Procurador Geral da República, peça fundamental para o regular processo crime e julgamento destes infames brasileiros, que deveriam inclusive perderem a nacionalidade que não souberam respeitar.

A democracia é valor fundamental estampado na Magna Carta e deve ser defendida sempre, em continua aprimoramento desse elevado valor que deve ser impregnado à cultura nacional.

O Concresso Nacional titular da prerrogativa de dispor sobre anistia não irá se compuscar a esse ponto. Nenhum deputado ou senador ousará aplaudir a tentativa de golpe e ignorar atos violentos que não se pode nem esquecer e tão pouco perdoar.

Enfim, não iremos ampliar essas considerações. Vamos aguardar, pois em tempo breve, logo mais, muitas medidas jurídicas serão tomadas que, haverão de lavar a alma dos brasileiros.

Viva a Democracia !

A Democracia é uma Criança que tem que ser protegida


Roberto J. Pugliese
editor

www.puglieseadvogados.com.br





18 fevereiro 2025

Ocatagésimo aniversário de Nelson Bertuccelli


                                                  Homenagem da família para o aniversariante

Roberto J. Pugliese                                                                                                                              Editor

07 fevereiro 2025

Barra da Lagoa, Florianópolis. Sc -



Vista do Canal que liga a Lagoa da Conceição ao Oceano Atlantico, em Florianópolis. Lugar bonito, bem frequentado, com residencias e restaurantes ao longo das margens.


Roberto J. Pugliese                                                                                                                              Editor

 


 

28 janeiro 2025

Brinde à vitória !


 

O Expresso Vida brinda com os seus distintos leitores a vitória de virada e a conquista da 55a.. Taça São Paulo de Futebol Júnior pela 5a. vez pelo São Paulo Futebol CLube. !


Parabéns  aos jogadores e equipe técnica.

Roberto J. Pugliese
Foi diretor da 83ª. Subsecção da OAB-SP por 10 anos.
Foi fundador do Lions Clube Itanhaém-Praia.
Membro da Academia Itanhaense de Letras.
Foi assessor jurídico da Câmara Municipal da Estância Balneária de Itanhaém.






05 abril 2024

Conceição de Itanhaém em festa.

 ITANHAÉM FELIZ ANIVERSÁRIO !

 

Valendo-se de contas e informações diversas o  Expresso Vida parabeniza Conceição de Itanhaém pelos  492 anos de fundação e participação ativa na história de São Paulo e do Brasil.

Brindando os ilustrados leitores e seguidores desse fanzine, segue abaixo o vídeo Sou da Praia, música de João Carrasco, advogado, ex prefeito de Itanhaém, para o deleite de todos nós.

 


 

Conceição de Itanhaém: Feliz Aniversário.

 

A segunda cidade mais antiga do Brasil nas afirmativas de alguns historiadores, fundada por Pedro Namorado  ou como assinalam outros, por Martim Afonso de Souza na sua passagem pelo litoral da Capitania de São Vicente está em festas: Comemora séculos de rica história que revela a epopeia paulista e brasileira.

 
 

Indicam os assentos oficiais sem qualquer contestação que a partir de 1625 durante a governança de Mariana de Souza Guerra, Condessa de Vimieiros, herdeira de Martim Afonso de Souza, Conceição de Itanhaém tornou-se cabeça de Capitania, tendo ampla jurisdição desde Cabo Frio ao norte, estendendo-se pelos sertões do Vale do Paraíba e atingindo a Ilha do Mel, ao sul. Foi o tempo que Sorocaba, Iguape e Paranaguá foram fundadas por sua determinação, assim como erguidas outras vilas, com destaque para Taubaté e Pindamonhangaba, paulatinamente desmembradas da Vila que fora Capital de tão imenso território. 

O formoso despraiado à beira da última curva do rio que os bugres chamavam de ita nha y em, ou no vernáculo, pedra que canta, Itanhaém já acolheu personalidades ilustres, ora ditadas pela saúde debilitada que por recomendações médicas lá se instalaram, entre outras Anita Malfatti e seu marido Antonio Volpi ou pelo quadro inspirador de bucólica paisagem, que levou Tarsila do Amaral ou mesmo para abrigar-se das perseguições dos ditadores, como o Deputado Roge Ferreira e tantos outros. 
 
 
 

Paulo Bonfim que empresta seu letrado nome à Biblioteca Municipal também teve por lá seu domicílio e no auge da Campanha Civilista Rui Barbosa, desbravou as areias desertas da Praia Grande, alcançando a Vila para expor suas idéias liberais.

Hans Staden também marcou  sua passagem  e é sabido que desde a tenra história os  devotos missionários jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta, por la estiveram antes de desbravarem o sertão e subirem a serra e no então desconhecido  planalto de Piratininga, às margens do Anhembi  erguer a escola dedicada à São Paulo e plantarem a semente da pujante capital. Leonardo Nunes, o Padre Voador também esteve pregando junto à raiz da serra de Itatins. 

Foi na Vila erudita e cultural que em 1888, sob a liderança do pintor e historiador Beneticto Calixto de Jesus, o mais ilustre de seus filhos, ilustres personagens criaram a Associação Cultural Gabinete de Leitura, que em poucos anos, já dispunha de acervo de livros, documentos, mapas e promovia espetáculos teatrais, cursos e toda iniciativa voltada para as letras e artes, sendo apontada como a primeira biblioteca erguida no país fora dos limites da Corte. Centro incentivador das artes e ciências que ilumina os destinos da cidade. 

Sem rodeios nesse 22 de Abril a história viva de tão precioso relicário do passado colonial merece ser congratulado efusivamente, aplaudindo o  recanto risonho, como consta nas armas de seu brasão, Angulus Ridet.




Parabéns Conceição de Itanhaém! Parabéns pelos 483 anos.

 
Roberto J. Pugliese
Foi diretor da 83ª. Subsecção da OAB-SP por 10 anos.
Foi fundador do Lions Clube Itanhaém-Praia.
Membro da Academia Itanhaense de Letras.
Foi assessor jurídico da Câmara Municipal da Estância Balneária de Itanhaém.

 

 

23 março 2024

Lisa Ono e João Donato /// Show em Tókio, 95.


 

O Expresso Vida prestigia a boa música brasileira sempre. 

Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br


18 fevereiro 2024

História de Guaraqueçaba

 


 Março é mês de aniversário de Guaraqueçaba.

 O Expresso Vida parabeniza a cidade e o povo de Guaraqueçaba, no litoral norte de Paraná, e transcreve abaixo a história da cidade, copiada do sitio eletrônico do município ( 18 de fevereiro de 2024 https://www.guaraquecaba.pr.gov.br/cidade )

 

" Até a primeira metade do século XVI, os únicos habitantes da região eram os grupos indígenas, que se distribuíam pelos estuários e baías do litoral paranaense, principalmente às margens da baía de Paranaguá. Inicialmente, a região era habitada por tupiniquins, tendo, mais ao sul do litoral paranaense e norte catarinense, a frequente presença de índios carijós, hábeis em descer do planalto à planície litorânea pelo caminho de Peabiru e seus ramais. Esse antigo caminho indígena ligava o Império Inca localizado nas cordilheiras dos Andes ao litoral paulista, com ramificações para o litoral paranaense e catarinense. Por meio dessas ramificações, as nações indígenas nômades iam do litoral para o planalto e vice-versa.


No começo do século XVI, os carijós pertencentes ao tronco Tupi-Guarani, ocupavam toda a costa sul do Brasil, desde a barra de Cananéia até o Rio Grande do Sul. Registros históricos estimam que havia de 6 a 8 mil Carijós no litoral paranaense desenvolvendo atividades de lavoura e pesca. No litoral, as atividades cotidianas incluíam a caça, a pesca, coleta de ostras, mexilhões, bacucus, caranguejos, etc. Prova da presença desses povos antigos, são os vestígios deixados, chamados de sambaquis (Depósito natural de cascas de ostras e outras conchas) encontrados ora na costa, ora em lagoas ou rios. Em Guaraqueçaba, ainda se encontram vários sambaquis em bom estado de conservação.


Com o achamento do Brasil, pelos portugueses, em 22 de Abril de 1500, e a fundação da colônia de São Vicente, em 1532, no litoral paulista, partiram as primeiras expedições de exploração ao complexo estuarino de Cananéia, Iguape e Paranaguá. A história refere-se à presença, em 1545, de colonos lusos estabelecidos em Superagui e, entre 1550 a 1560, na Ilha da Cotinga.
No dia 18 de Novembro de 1547, ao tentar esconder-se de uma tempestade, o navegador alemão, Hans Staden, se abriga no canal do Superagui, onde encontrou ali índios tupiniquins e dois portugueses náufragos. Esse navegador descreveu o que viu: índios usando peles de animais ferozes para se proteger do frio. Seu relato de viagem, do ano de 1556, apresenta a primeira carta da baía de Paranaguá. Posteriormente, na intenção de capturar índios para escravizá-los, portugueses, vindos do litoral paulista, chegaram à BAÍA DE GUARAQUEÇABA e ali descobriram ouro nos rios Ribeira, Açungui e Serra Negra; fixaram-se na região, iniciando assim, as atividades de mineração no Brasil.


Em 1614, Diogo de Unhatte, tabelião da ouvidoria de São Vicente, obteve, de Pero Cubas, a sesmaria, denominada Paranaguá, localizada entre os rios Ararapira e Superagui – atual município de Guaraqueçaba. Povoamento mais efetivo, pelos europeus, se deu no século XVII, através da atuação do capitão-mor, Gabriel de Lara. Outro grupo de portugueses, os chamados bandeirantes, vindo de São Paulo, instalou-se às margens dos rios da baía de Guaraqueçaba. Com a descoberta de ouro em Minas Gerais, nesse mesmo século, encerra-se o ciclo de mineração nessa região e as comunidades se mantiveram por meio da agricultura de subsistência. A população foi crescendo e o cultivo e comércio de arroz, cana-de-açúcar, aipim, banana, café, milho e feijão se intensificaram.


No século XVIII, fazendas de comercialização de produtos agrícolas e madeira cresceram com o trabalho escravo, inclusive, os produtos eram exportados para a Argentina e o Paraguai, sendo transportados, pelo rio, em canoas e pequenas embarcações, até o porto de Guaraqueçaba ou Paranaguá, onde eram comercializados. Nesse período, a região sofreu a influência cultural de europeus e africanos.
Em 1838, Cypriano Custódio de Araujo e Jorge Fernandes Corrêa, antigos proprietários de terras, construíram a Capela do Bom Jesus dos Perdões, na encosta do Morro Quitumbê. Em torno da capela surgiram habitações e, em pouco tempo, a povoação nascente ganha direito e privilégios. Elevado à freguesia em 1854, mas somente gozando do predicamento de Vila, no ano de 1880.  Em 1938, a Vila foi extinta e anexada como Distrito ao Município de Paranaguá. Voltou a figurar como município autônomo, em 1947.


Em meados do século XIX, quando o Paraná elevou-se a categoria de Estado, muitos imigrantes europeus, principalmente suíços, italianos e franceses, instalaram-se em Superagui, onde desenvolveram agricultura com uso de canais de irrigação. Produziram arroz, uva para fabricação de vinho, café e mandioca. A vila de Guaraqueçaba progredia, no continente. As duas primeiras décadas do século XX foi o período da maior prosperidade em Guaraqueçaba, quando navios carregados de banana e madeira faziam linhas até Argentina e Paraguai. Nessa época, agricultores paulistas, em busca de terras férteis e baratas, criam as comunidades de Pedra Chata e Batuva.


Mas, a crise da economia capitalista, de amplitude mundial, ocorrida em 1929, causa reflexos também na região, causando dificuldades na economia agrícola, uma vez que era quase que totalmente voltada à exportação. Na década de 40, alemães fugindo dos reflexos da 2ª guerra mundial, chegam a Serra Negra e Rio Bananal, instalando-se nessa região. As comunidades de Rio Verde e Rio Guaraqueçaba funcionavam como intermediárias à comercialização da banana, originária da comunidade do Batuva, rio acima.


Nos anos 50, instalaram-se as primeiras fábricas de palmito e muitos agricultores migraram para o corte de palmito, diminuindo assim, o uso de parcelas de terra para agricultura. Com a abertura da rodovia ligando Guaraqueçaba a Antonina, a PR-405 (denominada Rodovia Deputado Miguel Bufara, de acordo com a Lei Estadual 7.198 de 13/09/1979) única via de acesso terrestre à região, um novo processo de ocupação foi iniciada. O governo federal liberou créditos subsidiados e reduziu impostos para quem quisesse cultivar café, palmito e criar búfalos. Assim, muitos abriram suas áreas, venderam as madeiras, introduziram o búfalo (que degradou as florestas de planície) e não produziram, nem manejaram o café e o palmito. Somente nos anos 80 reconheceu-se que o estímulo dado às atividades agrícolas convencionais sem fiscalização, acarretou a degradação e a acelerada descaracterização ambiental da região, assim como o empobrecimento gradual da população que ali morava, secularmente.


A partir de então, valorizou-se a região de Guaraqueçaba, procurando resguardá-la do uso indiscriminado e intensivo, criando-se algumas Unidades de Conservação, na intenção de disciplinar e orientar as atividades e valorizar o patrimônio natural existente.


Com quase 500 anos de colonização, Guaraqueçaba mostra uma mistura de hábitos e tradições de índios, portugueses, negros e europeus de diversas áreas. Como resultado, uma cultura rica e diferenciada em relação às de outros lugares do Brasil. Através da história oral, lendas, músicas, danças, artesanato e hábitos alimentares, gerando grande variedade cultural que deve ser resgatada e transmitida às futuras gerações.

FONTE: Atlas Ambiental da APA de Guaraqueçaba "

No território do município, na ilha de Superagui, próximo a barra de Ararapira, na divisa com o Estado de São Paulo, se encontra  o marco histórico Moco - Firmamento. 

A reprodução acima colhida do Google Maps, mostra a situação exata do marco que, trata-se do antigo lugar onde havia a divisa natural entre grupos indígenas guerreiros e inimigos, que serviu para limitar a 5a. Comarca de Curitiba, desmembrar e criar o território do Estado do Paraná, posteriormente alterado para alguns quilometros acima.

Roberto J. Pugliese
editor
advogado remido
www.puglieseadvogados.com.br