O ex presidente Fernando Henrique Cardoso é réu. - Confira no sitio eletronico do I Tribunal Regional Federal, com sede em Brasilia. - quinta turma, processo original da Justiça Federal do Pará.
FHC não tem moral para falar de Amaury porque é réu por fraude na Privataria Tucana
O ex-presidente FHC tenta desqualificar o autor do livro "A Privataria Tucana", o premiado jornalista Amaury Ribeiro Jr., dizendo que ele é indiciado por quebra de sigilo (*). FHC acha que com isso desestimularia os outros a lerem o livro.Mas o autor do livro não recorre só ao gogó para contar as roubalheiras na privataria de FHC e Serra, ele usa farta documentação que pode ser facilmente confirmada a autenticidade.Além disso, se qualquer indiciamento fosse critério para desqualificar uma pessoa, o que dizer do próprio FHC que é réu por fraude no edital de licitação na privataria da Vale? (quem é réu, ainda nao é culpado, mas está numa fase posterior ao indiciamento, quando um juiz já aceitou a denúncia, abrindo processo, por considerá-la suficientemente fundamentada para ir a julgamento).Conforme já cansamos de escrever aqui, desde agosto de 2007, e que pode ser conferido no Tribunal Regional Federal da Primeira Região, ...
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
17 dezembro 2011
FHC é réu por fraude -
16 dezembro 2011
Homenagem ao Governador Lorena
A estrada foi construida pelo governador da Capitania de São Vicente, Lorena e é conhecida por Calçadão Lorena. No meio da rodovia, existe esse mausoleu em homenagem ao destacado governador.
Roberto J. Pugliese
A maior lavanderia de dinheiro do mundo ameaça falir.( Guilles Lapouge )
( Colaboração de Dr. Mário Rogério Cardoso, de Florianópolis )
A MAIOR LAVANDERIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR!A SUÍÇA ESTREMECE ZURIQUE ALARMA-SE
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basiléia e Berna estão ofegantes.Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.Os suíços, então, passaram os nomes.E a vida bancária foi retomada tranquilamente.Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!O banco protestou.A Suíça está temerosa.O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.Mas como resistir?A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.O segredo bancário suíço não é coisa recente.Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.E não se trata apenas do UBS.Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um caráter sacramental.Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos atos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?Quantos atuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?Tudo lá ficou para sempre e em segredo...Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.Na mini cúpula européia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais."Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias européias.Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.Hoje, estamos em crise.Viva a crise!!!Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.Hoje ele é presidente.É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.Sob que pretexto?Fraude fiscal !!!Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!
A MAIOR LAVANDERIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR!A SUÍÇA ESTREMECE ZURIQUE ALARMA-SE
Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basiléia e Berna estão ofegantes.Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.Os suíços, então, passaram os nomes.E a vida bancária foi retomada tranquilamente.Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!O banco protestou.A Suíça está temerosa.O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.Mas como resistir?A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.O segredo bancário suíço não é coisa recente.Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.E não se trata apenas do UBS.Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um caráter sacramental.Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos atos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?Quantos atuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?Tudo lá ficou para sempre e em segredo...Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.Na mini cúpula européia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais."Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias européias.Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.Hoje, estamos em crise.Viva a crise!!!Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.Hoje ele é presidente.É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.Sob que pretexto?Fraude fiscal !!!Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!
Homenagem à Paulo Virgínio, herói paulista, morto pela Ditadura Vargas
Mausoleu dedicado ao herói Paulo Virgínio, no bairro do Taboão, em Cunha, Sp., na divisa com Paraty, Rj, no alto da Serra do Mar, no final da rodovida estadual paulista que leva seu nome.
13 dezembro 2011
Video - Privataria Tucanata
Prezados leitores, abaixo, segue a entrevista concedida pelo jornalista e autor do livro Privataria Tucanata, Amaury Ribeiro Júnior.
http://www.rodrigovianna.com.br/
Vale a pena assisti-lo.
Vale a pena comprar o livro.
E tem quem acredite ainda nas privatizações do Senador Collor de Mello, FHC, Lulla da Silva etc.
Esse é o país em que vivemos.
A imprensa vendida, de norte a sul, está quietinha: Veja, O Globo, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, RBS, Anhanguera, B andeirantes, SBT... Vamos ver até quando.
Roberto J. Pugliese
http://www.rodrigovianna.com.br/
Vale a pena assisti-lo.
Vale a pena comprar o livro.
E tem quem acredite ainda nas privatizações do Senador Collor de Mello, FHC, Lulla da Silva etc.
Esse é o país em que vivemos.
A imprensa vendida, de norte a sul, está quietinha: Veja, O Globo, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, RBS, Anhanguera, B andeirantes, SBT... Vamos ver até quando.
Roberto J. Pugliese
Mapa da Corrupção no Tocantins -( fonte Jornal do Tocantins, 13 de Dezembro de 2011 - twitter )
Palestina na Unesco - Represália de Israel.
Bandeira palestina hasteada na UNESCO
O presidente palestino Mahmud Abbas estava presente na cerimônia solene
A bandeira da Palestina foi hasteada nesta terça-feira pela primeira vez em uma organização da ONU, a Unesco, em Paris, depois da admissão da Palestina nesta organização em 31 de outubro, apesar da contrariedade e represálias dos Estados Unidos e de Israel.
O presidente palestino Mahmud Abbas estava presente na cerimônia solene, na qual o hino palestino foi ouvido, o que representa uma vitória diplomática e simbólica no caminho dos palestinos para ser reconhecidos internacionalmente como Estado.
No dia 31 de outubro, os palestinos conquistaram uma vitória diplomática de grande força simbólica e se tornaram o país número 195 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
A votação desagradou os Estados Unidos, que consideram que a adesão dos palestinos às organizações internacionais não pode acontecer antes da assinatura de um acordo de paz com Israel.
As autoridades israelenses também anunciaram represálias contra os palestinos.
( Colaboração Renap - Rede nacional de advogados populares )
O presidente palestino Mahmud Abbas estava presente na cerimônia solene
A bandeira da Palestina foi hasteada nesta terça-feira pela primeira vez em uma organização da ONU, a Unesco, em Paris, depois da admissão da Palestina nesta organização em 31 de outubro, apesar da contrariedade e represálias dos Estados Unidos e de Israel.
O presidente palestino Mahmud Abbas estava presente na cerimônia solene, na qual o hino palestino foi ouvido, o que representa uma vitória diplomática e simbólica no caminho dos palestinos para ser reconhecidos internacionalmente como Estado.
No dia 31 de outubro, os palestinos conquistaram uma vitória diplomática de grande força simbólica e se tornaram o país número 195 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
A votação desagradou os Estados Unidos, que consideram que a adesão dos palestinos às organizações internacionais não pode acontecer antes da assinatura de um acordo de paz com Israel.
As autoridades israelenses também anunciaram represálias contra os palestinos.
( Colaboração Renap - Rede nacional de advogados populares )
12 dezembro 2011
Cem anos de Marighella - Festejos.
11 dezembro 2011
Mapa do Brasil Redividido - Nova Federação
Autor Roberto J. Pugliese - Direito das Coisas
O livro Direito das Coisas foi publicado em 2005, porém continua atualizado. Vale a pena a leitura para quem deseja conhecer o direito de propriedade e direitos reais e posse no ordenamento juridico brasileiro. Publiação Leud, de São Paulo.


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