Distintos leitores.
A chuva intermitente e forte que desaguá no Vale do Ribeira está prevendo graves enchentes.
Cidades ribeirinhas, aos costumes, serão alagadas, pelas águas do Ribeira, que adentrará na zona urbana e rural, tradicionalmente seca, ultrapassando suas margens, notadamente em Registro, Sete Barras, Eldorado entre outras.
Alguns trechos das rodovias que cruzam o Vale do Ribeira já estão alagados e impedem o transito, isolando bairros, vilas e cidades.
Estou à serviço do escritório Pugliese e Gomes Advocacia, junto com o meu sócio, em Eldorado, a tradicional Xiririca das Cavernas.
O pânico toma conta da população.
A defesa civil local está reunida no Centro Cultural Mario Covas e organizando a remoção de pessoas e coisas situadas às marges do Ribeira.
Uma confusão total e lamentável, já que essa situação é tradicional.
Aproveito para lembrar que nas ultimas tragédias que ocorreram no Estado de São Paulo, como a que se deu em Eldorado ou em Cunha e São LUiz do Paraitinga, a ajuda do governo federal foi inepressiva e fora dos limites do Estado, não houve nenhuma mobilização em favor de reconstrução ou ajuda a flagelados.
São Paulo e seu povo sempre ajuda. Mas nunca ajudam.
Vamos torcer para que a tragédia seja mínima.
Roberto J. Pugliese
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
01 agosto 2011
Tragédia no Vale do Ribeira
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