14 julho 2012

Juca Chaves e o Piauí

Doris Monteiro

A doce Doris Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, Rj em 23 de outubro de 1934.

Sua voz é e sempre foi inconfundível.

Roberto J. Pugliese
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Iporanga sob as águas. ! Tragédia

Iporanga é um pequeno e muito pobre municipio situado no Vale do Ribeira, no Esta de São Paulo, onde existem centenas de cavernas. Algumas exploradas,outras fechadas e poucas abertas a visitação pública.
São diversos os parques estaduais e  reservas ambientais que se espalham pelo território municipal, impedindo a produção agricula e a ocupação rurual.

São aproximadamente 3 mil habitantes, dos quais a maior parte vive na zona urbana, sobrevivendo de serviços e turismo.

A enchente foi trágica.

Não houve mobilização nacional para ajudar o povo Iporanguense, no entanto, sempre que há algum evento trágico, o povo paulista se mobiliza e manda ajuda aos demais brasileiros.

Infelizmente nas tragédias que ocorrem em S. Paulo, o Brasil se esquece que São Paulo também é Brasil.

Roberto J. Pugliese
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PASSEIO NOTURNO PELO CENTRO DE ITANHAÉM


Quem conheceu a velha e histórica Conceição de Itanhaém, que a meia noite, encerrava a iluminação pública e não havia comunicação rodoviária, só pela praia, fica perplexo ao assistir o vide de apenas 2 minutos que mostra a cidade à noite.

Roberto J. Pugliese
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08 julho 2012

Fuso horário é polemico no Acre

Empresários reúnem 10 mil assinaturas em favor da permanência do fuso.
 
A Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) entregou recentemente  um abaixo-assinado ao senador acreano Aníbal Diniz (PT), reivindicando a permanência do horário atual, que vem sendo questionado no Congresso Nacional como inconstitucional.
 
A entrega do documento foi feita na sede da Fieac, por representantes da Instituição e que servirá de subsídios para que Diniz possa estar defendendo a permanência do fuso atual, que vigora desde abril de 2008.

O projeto de lei do então senador e atual governador do Estado, Tião Viana (PT), estabeleceu a diferença de apenas uma hora em relação à capital. Mas em 2010, um referendo decidiu pela volta do fuso horário. A presidente Dilma Roussef vetou integralmente a lei que previa mudança no fuso horário do Acre. O texto determinava o retorno ao fuso antigo, de duas horas de diferença em relação ao Distrito Federal e de três horas, durante o horário de verão.As discussões voltaram para o Congresso Nacional.

A mudança do fuso horário, depois de séculos, se deu por interferencia da TV GLOBO e a população não gostou, a ponto de se manifestar no plebiscito, favoravelmente ao fuso anterior.

Se é certo que a influencia das Organizações Plim Plim Globo são bem grandes no cotidiano do país, insta salientar que tudo se dá por condecendencia e interesses dos políticos, inclusive o Senador Tião Viana e da presidente Dilma Roussef como assinala a nota.

ROberto J. Pugliese
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( FOnte: A Gazeta - Rio Branco )

OAB SP dá o exemplo e sai na frente !

OAB-SP cria Comissão da Verdade integrada por juristas históricos
O presidente em exercício da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, Marcos da Costa, criou a Comissão da Verdade da Seccional Paulista, que será presidida pelo advogado e ex-presidente do Conselho Federal e da Seccional Paulista da OAB, Mario Sérgio Duarte Garcia, tendo na vice-presidência Belisário dos Santos Júnior e como secretário, Arnor Gomes da Silva Junior. “O trabalho realizado pelos advogados durante a ditadura militar na defesa do Estado Democrático de Direito, dos direitos humanos e dos presos políticos - muitas vezes com o risco da própria vida - não foi ainda devidamente registrado e essa Comissão irá resgatar esses fatos, com documentos, depoimentos e pesquisa”, disse Marcos da Costa.
O presidente em exercício da OAB-SP esteve  com o vice-presidente da República, Michel Temer, para quem comunicou a criação da Comissão da Seccional Paulista e explicou que ela pretende realizar um trabalho de colaboração com a Comissão Nacional da Verdade, criada pelo governo federal para dar transparência ao período da ditadura militar.
Integram a Comissão, os advogados Airton Soares, Iberê Bandeira de Melo, Idibal Pivetta, Luiz Eduardo Greenhalgh, Luiz Olavo Baptista, Paulo Gerab, Paulo Sérgio Leite Fernandes, Tales Castelo Branco e Zulaiê Cobra Ribeiro, Takao Amano e Valter Uzzo. A Comissão terá como membros colaboradores: Cid Vieira de Souza Filho, Martim de Almeida Sampaio e Oscar Alves de Azevedo.
“Esse trabalho irá se estender por todo o estado, por todas as 225 Subsecções do Estado, alcançando os colegas de todos os pontos. Será um grande legado que essa gestão deixará para o futuro, permitindo que nossos colegas nos próximos anos possam ter nessa documentação uma fonte de consulta perene da força da advocacia ao longo daquele difícil período da vida política nacional. Esse resgate é importante porque, mais uma vez, a sociedade relembrará que a advocacia foi ponta de lança no processo de democratização do nosso país”, ressaltou Costa.
Para Mario Sérgio Duarte Garcia, a criação da Comissão é oportuna no sentido de restabelecer a verdade história de um período de exceção que ficou sepultado pela anistia concedida. “É uma honra presidir a Comissão da Verdade da OAB SP. Sugiro que façamos como na Comissão do governo federal, onde há um rodízio na presidência, porque muitos dos membros que integram a Comissão da Ordem trabalharam de forma intensa e denodada na defesa dos perseguidos políticos durante o período ditatorial no país”, ponderou.
A iniciativa dos advogados paulistas é de grande importancia e serve de exemplo. Mister aproveitar para lembrar que foram muitos os advogados de São Paulo que atuaram naqueles anos difíceis em defesa de direitos humanos e que alguns foram vítimas das violações promovidas pelos militares.

Roberto J. Pugliese
 (Fonte:Assessoria de Imprensa da OAB/SP)










































Ministério da Defesa colabora com a Comissão da Verdade.

O Ministério da Defesa informou  que localizou em seu arquivo documentação sigilosa produzida ou acumulada pelo extinto Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA) entre 1946 a 1991. Em nota, o Ministério explica que esses arquivos foram encontrados durante levantamento realizado para atender as determinações da lei de Acesso à Informação.

A localização desses arquivos foi informada à Comissão da Verdade pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. Também foi encaminhado aviso ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, solicitando a constituição de um grupo de trabalho para realizar a análise, inventário e recolhimento do acervo ao Arquivo Nacional e assim tornar possível a consulta do material por qualquer cidadão.

Segundo informa o Ministério, o acervo do EMFA inclui ampla comunicação administrativa (ofícios, memorandos, mensagens) trocada por autoridades militares e civis do governo brasileiro. Abrange ainda relatórios sobre a conjuntura política nacional e internacional, além de correspondências trocadas entre integrantes do governo e representantes de outros países sobre temas relacionados à defesa, segurança nacional e cooperação internacional.

A documentação está organizada em 37 volumes encadernados classificados como sigilosos. Há também 52 volumes de boletins reservados. Tornados ostensivos (abertos ao público) por decurso do tempo, os papéis tinham classificação de reservados a ultrassecretos. O EMFA foi extinto em 1999, depois da criação do Ministério da Defesa.

Roberto J. Pugliese

Decisão firme: Exemplo a ser seguido !


TJSC. Mantida multa milionária para empresa por descumprimento de ordem judicial


A Turma de Recursos de Blumenau manteve sentença da comarca de Gaspar que fixou multa de R$ 3,6 milhões a uma empresa de telefonia em atuação naquela região, por reiterado descumprimento de ordem judicial – concedida em pedido de antecipação de tutela – consistente na obrigação de retirar o nome de um cliente do cadastro de inadimplentes. O valor já foi bloqueado nas contas bancárias da empresa, por intermédio do convênio Bacenjud.
Embora o processo tenha iniciado em 2008, com concessão de liminar em março do mesmo ano, o nome do cliente remanescia no rol dos maus pagadores até, pelo menos, o início deste ano.
“Infelizmente, hoje o descaso das empresas de telefonia e das instituições financeiras com as ordens emanadas pelo Poder Judiciário tem sido reiterado, motivo pelo qual cabe a cada um dos representantes deste Poder, no âmbito de suas competências, buscar a eficácia e efetividade de suas decisões, seja fixando as multas pertinentes, seja majorando-as ou não as reduzindo”, anotou a juíza Ana Paulo Amaro da Silveira, titular da 1ª Vara da comarca de Gaspar.
A decisão, em seu inteiro teor, determinou a rescisão contratual entre as partes e concedeu indenização por danos morais no valor de R$ 7 mil em favor da empresa autora
O Expresso Vida parabeniza a atuação firme do Poder Judiciário de Santa Catarina e espera que sirva de exemplo. Atuações firmes nesse sentido contra empresas que zombam da população, notadamente multinacionais com sede bem longe do Brasil, devem ser sempre repetidas para moralizar a atuação no país.

Roberto J. Pugliese
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(Fonte: Recurso Inominado n. 2012.200120-7).

Visitem São Paulo, a maior metrópole do Hemisfério Sul !!!


Na semana que o Estado de São Paulo, o povo paulista e o brasileiro também, comemoram a SEMANA DO SOLDADO CONSTITUCIONALISTA, em homenagem a Revolução de 1932, o maior evento bélico interno que o país sofreu, o Expresso Vida traz a todos os ilustres leitores o video acima que revela de modo simples alguns pontos turisticos da cidade de São Paulo.

Visitem e aproveitem a grande metrópole.

Roberto J. Pugliese
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07 julho 2012

Futebol: Caso triste, real e curriqueiro ...


O caso Breno - Uma dupla tragédia humana

Justiça alemã condena jogador brasileiro acusado de colocar fogo na própria casa

 “Não, não foi acidente. Fui eu que pus fogo, numa noite, na noite de dezoito de agosto, eu não tinha outra alternativa do quê....” É assim que começa o romance “Heimatmuseum” de Siegfried Lenz, um dos grandes autores da língua alemã, obra de fôlego publicada em 1978 pela Hoffmann und Campe de Hamburgo.

A frase poderia muito bem ser de Breno, mas não é. Breno, natural de Cruzeiro, interior de São Paulo; o Breno Vinícius Rodrigues Borges; o futebolista que, em janeiro de 2008, veio do FC São Paulo para o FC Bayern München, um clube que por 25 vezes já foi campeão alemão, um  resultado até agora não alcançado por nenhum outro clube da Alemanha. O FC Bayern, na época,  não poupou esforços no sentido de conseguir a transferência do jogador do FC São Paulo para o clube bávaro. Comentários da mídia dizem que o FC Bayern chegou a pagar 12 milhões de euros. Breno tinha 18 anos e Karl-Heinz Rummenigge, presidente do time alemão, comentou que ele “seria um investimento para o futuro”.

Este futuro, no entanto, não se concretizou. O jovem Breno, pelo visto, não foi abençoado pela sorte. Desde o início de sua carreira em Munique, Breno foi perseguido pelo azar. Teve várias lesões, com duas cirurgias e longos períodos de recuperação. Seu clube cedeu-o ao FC Nürnberg onde Breno, segundo seus próprios comentários, sentia-se bem. Infelizmente, teve no FC Nürnberg outra lesão, que o fez retornar ao FC Bayern. Desde então, entre janeiro de 2008 e setembro de 2011, Breno chegou a jogar em apenas vinte partidas do clube bávaro; no clube de Nürnberg jogou apenas sete vezes. Tudo isso num período de quase quatro anos. Um resultado não satisfatório para qualquer profissional futebolístico.

Na manhã de 19 de setembro de 2011 Breno foi informado pela  junta médica que deveria passar por uma terceira cirurgia. Os médicos foram precisos em suas explicações: o procedimento, provavelmente, o transformaria em um esportista inválido.  Seria o fim de sua recém-iniciada carreira de futebolista. Um baque para qualquer indivíduo.

Na noite do mesmo dia, a mansão de Breno, que ele alugara por um custo de 5 mil euros ao mês, localizada no bairro Grunwald, o mais nobre de Munique, foi destruída por um incêndio. Desde então, a mídia alemã, não só da  área esportiva, tem dedicado grande destaque ao assunto. As grandes revistas, como “Der Spiegel”, “Stern” e “Focus”, dedicaram bom espaço ao tema. Jornais como o “Süddeutsche Zeitung“, “Stuttgarter Zeitung“, “Die Welt“ e “Berliner Tageszeitung“ também publicaram fartos comentários.

Logo que os bombeiros chegaram, Breno entregou três  isqueiros a um dos homens. Confuso e com visíveis sinais de transforno, sofrera leves ferimentos. Estava  todo coberto de fuligem  e foi levado ao hospital, acompanhado por dois policiais que fizeram guarda defronte o apartamento no qual passara a noite. Técnicos do Corpo de Bombeiros, logo de início, suspeitaram que o incêndio não poderia ter sido espontâneo.

Diante tais suspeitas, as autoridades tomaram uma medida rápida. Já na noite do incêndio passaram a controlar os telefones celulares de Breno e de sua esposa, Renata. Na noite após o incêndio a polícia interceptou um telefonema de Renata, que se diz profundamente religiosa,   com uma amiga. Ela contava que percebera que Breno, na tarde anterior, estava confuso e que chegara a ter até medo. Por isso pegara as crianças e deixara a casa. Pegara o carro, dera algumas voltas no bairro e estacionara no fundo da casa, de onde pôde ver que o marido entrava e saía de casa, e jogava garrafas pela janela.  “Não creio que ele tenha colocado fogo na casa, mas ele tinha se transformado numa outra pessoa. Satanás já tinha se apoderado de seu corpo”, disse Renata na conversa telefônica.

Naquele dia, 19 de setembro, Breno chegou em casa por volta do meio dia. Estava abatido e triste e começou a beber. Segundo depoimento à polícia de seu ex-empresário, que se encontrava na casa de Breno naquele dia,  o jogador teria  bebido cerveja, uísque e Vinho do Porto durante a tarde toda. Seu colega de time, Rafinha, que vive na mesma rua, a poucas casas da de Breno, confirmou a declaração. Realmente, a análise sanguínea feita no hospital revelou alto teor alcoólico (1,6). Rafinha declarou ainda que Breno o procurara várias vezes durante a tarde e que estava com um comportamento estranho, transtornado e falava frases confusas e sem nexo.

A entrega dos isqueiros a  um dos homens do Corpo de Bombeiros, um gesto inusitado, deu mais ênfase às suspeitas. As primeiras investigações dos peritos detectaram indícios de incêndio provocado. Breno foi preso no dia 24 de setembro, sob  suspeita de ter “provocado o incêndio e perigo de fuga”. A lei alemã prevê, para tais casos, uma pena máxima de 15 anos. O seu clube, FC Bayern, pagou uma fiança de 500 mil euros e Breno foi posto em liberdade condicional e a família toda alojou-se na casa do colega Rafinha.  Os peritos, em seu laudo técnico, não duvidam de incêndio provocado. Segundo o laudo, “não é normal que, em uma residência, o fogo comece simultaneamente em vários aposentos”.

Breno era um indivíduo solitário, de difícil comunicação. Com os colegas do clube mantinha relacionamento apenas com Rafinha, Zé Roberto e Lúcio. Ele tinha dificuldades de integração no novo meio social em que vivia, problemas de língua e, não se sabe se por falta de inteligência ou simples falta de interesse, não se interessava em aprender o alemão. Durante os treinos, as instruções do técnico tinham que ser traduzidas por um de seus colegas brasileiros. Pelas mesmas razões, Breno também não foi aprovado no teste para  a carteira de habilitação alemã. Em matéria de condução, era dependente da esposa, colegas ou taxistas. Um dos jornais resume: “Há quatro anos Breno encontra-se na Alemanha, mas em verdade nunca chegou”.

Breno era, segundo suas próprias palavras, “um homem de família, com fortes vínculos com seus pais”. Ele, inclusive, trouxe pai e mãe de São Paulo à Munique, onde viviam em sua mansão. Expirado o prazo de permanência no passaporte, os pais tiveram  que regressar a São Paulo. Breno diz que “sofreu” com o regresso dos pais e os problemas familiares  complicaram ainda mais a sua situação, agravado pelo abandono da esposa, que levou consigo os três filhos, sendo dois deles de um casamento anterior. 

O ex-empresário de Breno ficou com ele até tarde daquela noite. Despediu-se e foi à casa de Rafinha. Quando ouviram o alarme dos carros de bombeiros foram ver o que se passava e então, viram a casa sendo destruída pelo fogo. Foi neste momento que Renata regressou com as crianças.

No primeiro dia do processo, ele apenas limitou-se a falar de sua desastrada carreira, de sua biografia. Negou-se a falar do incêndio. Seu advogado declarou à imprensa que Breno teria problemas psíquicos, detalhe que, caso seja confirmado, será determinante para a decisão da juíza.

Além disso, há meses, o jogador não recebe mais o seu salário do clube no valor de 85 mil euros mensais. Este procedimento é normal quando o atleta se encontra na  imposibilidade de jogar e, então, assume o seguro que, segundo Breno, paga 5.786,00 euros mensais. Aparentemente, ele não estava devidamente segurado e, em consequência, complicou-se dramaticamente a sua situação financeira.

Breno foi acusado pela Justiça de ter posto fogo na própria residência. Os dirigentes do FC Bayern München solicitaram o comparecimento de Giovane Elber, um ex-jogador do mesmo clube, para assessorá-lo durante o processo, já que um assessoramento por parte do clube tornava-se difícil pelas razões linguísticas já mencionadas. Elber, que fala fluentemente o alemão, teve grande atuação na transferência de Breno do FC São Paulo para o FC Bayern München. Giovane Elber declarou à imprensa que Breno “era um bom menino”, mas que lamentavelmente não teria se esforçado para aprender o idioma, “o que é imprescindível para quem quiser fazer carreira futebolística no estrangeiro”. Como exemplos, ele citou outros craques como Dunga, Cacau, Rafinha, Zé Roberto, Asamoah (de Gana) e outros que são fluentes no alemão.

O processo contra Breno terminou hoje, 4 de julho de 2012. Segundo a juíza Rosi Datzmann, ele “carrega consigo uma culpa extremamente pesada” e não há duvida de que o acusado ateou fogo em sua residência. Breno foi condenado a 3 anos e nove meses de prisão. Após o veredito, pela primeira vez, o jogador falou do incêndio. Pediu desculpas à família e ao dono da mansão. Confessou o crime quase com as mesmas palavras iniciais deste texto.

A mídia alemã, ao tratar do assunto, sempre se referia ao “Der Fall Breno”ou “O caso Breno”. E o caso Breno é uma dupla tragédia. Uma, as suas constantes lesões; a segunda, o monte de entulhos com o qual ele mesmo obstruíu a sua tão promissora carreira. Na verdade, tudo isso nada mais é do que uma grande tragédia human
O Expresso Vida lembra que jogadores ainda não maturos são levados para longe nas negociações e se encantam com valores que jamais imaginaram receber.Jovens, como o Breno, que nem sempre estão suficientemente instruídos para enfrentar a vida longe de casa...
Enfim; Triste a realidade trazida.  Sem comentários maiores.
Roberto J. Pugliese - www.pugliesegomes.com.br]

( fonte: Jornal Opção - sitio eletronico Brasil Alemanha )