03 novembro 2021

BOLSONARO É UM EPISÓDIO À PARTE E AINDA TEM SEGUIDORES. - vergonhoso !

Bolsonaro envergonha a Nação perante o Mundo.

Bolsonaro o ilustre desconhecido ! 

( CARTA ABERTA DA ABI )

O Expresso Vida traz para seus ilustrados leitores, o texto escrito e publicado pela Associação Brasileira de Imprensa de carta aberta destinada ao Presidente da República

Mais uma vez o senhor envergonha o Brasil, presidente.
Repudiado por governantes do mundo inteiro, em cada evento de chefes de Estado o senhor mostra que o País foi relegado a uma situação de um pária na comunidade internacional.
Na reunião do G-20 neste fim de semana, mais uma vez, o senhor foi obrigado a ficar pelos cantos, como aqueles convidados indesejados a quem ninguém dá atenção.
Como reação, age como um troglodita, hostilizando e estimulando agressões a jornalistas que lhe fazem perguntas corriqueiras.
É de dar vergonha.
Na cerimônia de abertura do evento do G-20, no sábado, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, cumprimentou os chefes de Estado e de governo com um aperto de mão, mas o evitou claramente, fato devidamente registrado pela imprensa italiana. Não quis ser fotografado ao seu lado.
Mas as coisas não ficaram por aí.
Percebendo que era quase um penetra na festa, o senhor preferiu não aparecer para a foto oficial com os estadistas do mundo inteiro. Sentiu a rejeição generalizada.
Tampouco sentiu-se à vontade para participar do passeio organizado pelo governo italiano para os líderes do G20, que tiraram fotos jogando moedas na Fontana di Trevi, tradicional ponto turístico de Roma.
Mas o vexame e a vergonha foram maiores. Não pararam por aí.
Seus seguranças agrediram jornalistas brasileiros e roubaram seus equipamentos em represália a perguntas simples sobre as razões pelas quais o senhor não cumpriria a agenda comum aos demais chefes de Estado.
Repórteres da TV Globo e do jornal “Folha de S. Paulo” e um colunista do Uol foram à delegacia de polícia formalizar queixa das agressões praticadas por seus seguranças. Foi, talvez, um acontecimento inédito.
Mesmo assim, o senhor e os demais membros de sua comitiva, aí incluídos representantes do Itamaraty, foram incapazes de uma palavra de desculpa aos profissionais que estavam apenas trabalhando. Ao contrário, continuaram hostilizando os jornalistas brasileiros.
A ABI mais uma vez faz o registro: com o seu comportamento avesso à democracia e com ataques constantes à imprensa e ao trabalho dos jornalistas, o senhor estimula essas agressões. Assim, torna-se também responsável por elas.
E, como numa bola de neve, elas só aumentam seu isolamento e o repúdio que o senhor recebe da comunidade internacional.
Pior, o isolamento não é só seu. Atinge e envergonha o país que o senhor representa.
O senhor está tornando o Brasil um pária na comunidade internacional, presidente.
Tenha compostura.

Paulo Jeronimo

Presidente da Associação Brasileira de Imprensa 

 

Roberto J. Pugliese
editor
Membro da Academia São José de Letras
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Membro da Academia Eldoradense de Letras

01 novembro 2021

RECEITA PARA ENVELHECER MELHOR !

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 O Expresso Vida apresenta a receita com 25 regras básicas e simples para se viver melhor e principalmente para envelhecer bem.

01- Não se meta na vida dos filhos.

02- Não interfira na educação dos netos.

03- Ame seu genro e Nora, foi seu filho(a) quem fez a escolha.

04- Nunca tome partido ou opine no casamento deles.

05- Não fique um idoso reclamão.

06- Não seja um idoso com pena de si mesmo.

07- Não fique falando NO MEU TEMPO, ele já passou.

08- Tenha planos pro futuro.

09- Não fique falando de doenças. Tenha a certeza de que ninguém quer saber.

10- Não importa quanto ganhe, poupe todo mês uma quantia.

11- Não faça prestação, idoso não deve pagar carnê.

12- Tenha um plano de saúde ou guarde dinheiro  para despesas médicas.

13- Guarde dinheiro pro funeral ou tenha um plano.

14- Não deixe "problemas" para os filhos.

15- Não fique ligado em noticiário ou política, afinal você não resolverá nada mesmo.

16- Só veja TV para se divertir, não pra ficar nervoso.

17- Se gostar tenha um bichinho de estimação pra te ocupar.

18- Ao se levantar, invente moda: caminhe, cozinhe, costure, faça horta, mas não fique parado esperando a morte.

19- Seja um idoso limpinho e cheiroso. Idoso sim, fedido jamais.

20- Tenha alegria por ter ficado idoso, muitos já ficaram pelo caminho.

21- Tenha uma casa e um modo de vida onde todos queiram ir e não evitar. Isso só depende de você.

22- Use a idade como uma ponte para o futuro e, jamais, uma escada para o passado.
Para a ponte do futuro sempre terá companhia.

23- Lembre-se: é melhor ir deixando saudades do que deixando alívio.

24- Não deixe "aquele bom vinho" (idosos não devem beber vinho ruim) e nem a cerveja para amanhã, pode ser tarde!

25- Copie, dentro do possível, a vida dos indígenas que vivem em coletividade dentro de principios da solidariedade.


Roberto J. Pugliese
editor
Membro da Academia São José de Letras
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Membro da Academia Eldoradense de Letras

29 outubro 2021

A REGIÃO AUTÔNOMA DO TIBET

A Região Autônoma do Tibet

O Expresso Vida traz o texto a respeito do Tibet, um país soberano ocupado pelos chineses desde 1959, e ignorado pelas potencias democráticas.

 

Para quem se interessa por geografia política é um convite para maior conhecimento do que se passa do outro lado do mundo e não está na tela das emissoras de televisão.

O Tibet está sob o controle dos chineses que não  pretendem devolver e abrir mão desse poder e permitir que o povo tibetano assuma seu território soberano. Também não aceitam a autoridade civil e religiosa de SS o Dalai Lama.

Depois da invasão, a região passou a abrigar mais chineses do que nativos, a língua oficial é o chinês e a liberdade de culto é rigidamente controlada. Sem contar os bilhões de iuans que a economia local atualmente movimenta para os cofres chineses, seja em minérios, seja em turismo.

Com o status de “Região Autônoma Tibetana”, o país possui estradas asfaltadas e vôos diários de Lhasa à Pequim. Construíram-se pontes, escolas e hospitais modernos. Nos últimos dez anos, dois terços das construções tradicionais foram postos abaixo para dar lugar aos novos edifícios.

Mas a região autônoma não tem a mínima autonomia. É uma colônia desprezada do Império Chines qu explora o povo e a natureza local.

A maior parte dos tibetanos que sobraram ainda resiste à integração forçada e vive da agricultura e do pastoreio. Alguns hábitos, como os alimentares, continuam fiéis aos tempos de independência: a dieta ainda é baseada em cevada, que é consumida todos os dias, carne e manteiga de iaque (os tibetanos não são vegetarianos. O que não se deve, de acordo com o budismo, é matar um animal, mas comer o bicho depois de morto, tudo bem), carne de carneiro e farinha de trigo. Quanto às bebidas, a cerveja de cevada – a chang – e o chá têm espaço garantido.

 


“O problema hoje já não é tanto a ocupação do território e sim a imposição da cultura chinesa em detrimento da outra. Uma coisa não justifica a outra e nisso os tibetanos têm razão”, afirma Mario Bruno Sproviero, professor da Universidade de São Paulo. Especializado em cultura chinesa, ele acredita que seja por essas e outras que, apesar das críticas, há muito tempo, o próprio Dalai Lama já desistiu de reivindicar a independência. Agora ele pede apenas a autonomia de fato, que incluiria a liberdade de culto e a restauração da língua tibetana.

Os chineses, como todo conquistador, tem como meta inicial destruir a cultura local. A língua por ser a maior expressão de uma nação, é a primeira a ser destruída, e no Tibet não acontece diferente como ocorre na América Latina.

Sem maiores delongas, o Expresso Vida deixa patente que apóia a causa tibetana e ficou perplexo anos atrás, quando o Partido dos Trabalhadores assumiu o poder, não demonstrou publicamente que é contra a situação imposta pela China e ficou ainda mais decepcionado, quando o chefe de Estado SS Dalai Lama, veio à Curitiba, não foi recebido com as honras devidas pelo governo brasileiro.

No romance O Caminho das Ostras, de lavra de Roberto J. Pugliese, editor do blog, um dos ícones da  trama que se passa no litoral paulista é o drama de uma  noviça budista que fugiu do TIbet.

Enfim, a região autônoma do Tibet é o símbolo do colonialismo moderno, que se opera dentro do comunismo ou do capitalismo liberal atual.

Roberto J. Pugliese
editor
Membro da Academia São José de Letras
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Membro da Academia Eldoradense de Letras

24 outubro 2021

Para refletir.

 

O Expresso Vida apresenta um texto bem significativo escrito e publicado na primavera de 2006 pelo festejado cronista Rubem Alves.

 

Conclamo aos ilustrados leitores que leiem com a devida atenção, reflitam e não desistam.

 

“Resta, quanto tempo? Não sei. O relógio da vida não tem ponteiros.

 

“ […] Lembro-me da festa de aniversário para o meu pai, quando ele completou 60. Pelas aparências ele estava feliz: ele comia, bebia, ria, falava. Em silêncio eu o observava e pensava: “Como está velho…” Vieram-me à memória os versos de T. S. Eliot: “E eles dirão: ‘Seu cabelo, como está ralo!’ Meu casaco distinto, meu colarinho impecável, minha gravata elegante e discreta, confirmada por um alfinete solitário – mas eles dirão: ‘Seu braços e pernas, que finos que estão!'” Compreenderei se pessoas olharem para mim e pensarem pensamentos parecidos aos que pensei ao olhar o meu pai.

Comovo-me ao recordar-me do poema do Vinícius “O Haver”. É um poema crepuscular. Ele contempla o horizonte avermelhado, volta-se para trás e faz um inventário do que sobrou. Fiquei com vontade de fazer algo parecido, sabendo que não sou Vinícius, não sou poeta, nada sei sobre métrica e rimas. E eu começaria cada parágrafo com a mesma palavra com que ele começou suas estrofes: Resta…

Resta a luz do crepúsculo, essa mistura dilacerante de beleza e tristeza. Antes que ele comece ao fim do dia o crepúsculo começa na gente. O Miguelim menino já sentia assim: “O tempo não cabia. De manhã já era noite…” Assim eu me sinto, um ser crepuscular. Um verso de Rilke me conta a verdade sobre a vida: “Quem foi que assim nos fascinou para que tivéssemos um ar de despedida em tudo o que fazemos?”

Restam os amigos. Quando tudo foi perdido, os amigos permanecem. Lembro-me da antiga canção de Carole King “You got a friend”“Se você está triste, no fundo do abismo e tudo está dando errado, precisando de alguém que o ajude – feche os olhos e pense em mim. Logo logo estarei ao seu lado para iluminar a noite escura. Basta que você chame o meu nome… Você sabe que eu virei correndo pra ver você de novo. Inverno, primavera, verão ou outono, basta chamar que eu estarei ao seu lado. Você tem um amigo…” Eu tenho muitos amigos que continuam a gostar de mim a despeito de me conhecerem. E tenho também muitos amigos que nunca vi.

Resta a experiência de um tempo que passa cada vez mais depressa. “Tempus Fugit”. “Quando se vê já são seis horas. Quando se vê já é sexta-feira. Quando se vê já é Natal. Quando se vê já terminou o ano. Quando se vê não sabemos por onde andam nossos amigos. Quando se vê já passaram cinqüenta anos… ( Mario Quintana)

Resta um amor por nossa Terra, nossa morada, tão maltratada por pessoas que não a amam. Meu deus mora nas fontes, nos rios, nos mares, nas matas. Mora nos bichos grandes e nos bichos pequenos. Mora no vento, nas nuvens, na chuva. Eu poderia ter sido um jardineiro… Como não fui, tento fazer jardinagem como educador, ensinando às crianças, minhas amigas. o encanto pela natureza.

Resta um Rubem por vezes áspero, com quem luto permanentemente e que, freqüentemente, burlando a minha guarda, aflora no meu rosto e nas minhas palavras, machucando aqueles que amo.

Resta uma catedral em ruínas onde outrora moravam meus deuses. Agora ela está vazia. Meus deuses morreram. Suas cinzas, então, voaram ao vento.

Resta, na catedral vazia, a luz dos vitrais coloridos, o silêncio, o repicar dos sinos, o Canto Gregoriano, a música de Bach, de Beethoven, de Brahms, de Rachmaninoff, de Faure, de Ravel…

Resta ainda, nos pátios da catedral arruinada, a música do Jobim, do Chico, de Piazzola…

Resta uma pergunta para a qual não tenho resposta. Perguntaram-me se acredito em Deus. Respondi com versos do Chico: “Saudade é o revés do parto. É arrumar o quarto para o filho que já morreu.” Qual é a mãe que mais ama? A que arruma o quarto para o filho que vai voltar Ou a que arruma o quarto para o filho que não vai voltar? Sou um construtor de altares. É o meu jeito de arrumar o quarto. Construo meus altares à beira de um abismo escuro e silencioso. Eu os construo com poesia e música. Os fogos que neles acendo iluminam o meu rosto e me aquecem. Mas o abismo permanece escuro e silencioso.”

Resta uma criança que mora nesse corpo de velho e procura companheiros para brincar. De que é que a alma tem sede? “De qualquer coisa como tudo que foi a nossa infância. Dos brinquedos mortos, das tias idas. Essas coisas é que são a realidade, embora já morressem. Não há império que valha que por ele se parta uma boneca de criança” ( Bernardo Soares )

Resta um palhaço… Na véspera de minha volta ao Brasil a jovem ruiva sardenda entrou na minha sala e me disse: “Sonhei com você. Sonhei que você era um palhaço”. E sorriu. Tenho prazer em fazer os outros rirem com minhas palhacices. O que escrevo, freqüentemente, é um espetáculo de circo. Pois a vida não é um circo?

Resta uma ternura por tudo o que é fraco, do pássaro ao velho. Fui um adolescente fraco e amedrontado. Apanhei sem reagir. Cresceu então dentro de mim uma fera que dorme. Mas toda vez que vejo uma pessoa humilde e indefesa sendo humilhada por uma pessoa enfatuada, que se julga grande coisa, a fera acorda e ruge. Tenho medo dela.

Resta a minha fidelidade às minhas opiniões que teimo em tornar públicas, o que me tem valido muitas tristezas e sucessivos exílios. Mas sei que minhas opiniões, todas as opiniões, não passam de opiniões. Não são a verdade. Ninguém sabe o que é a verdade. Meu passado está cheio de certezas absolutas que ruíram com os meus deuses. Todas as pessoas que se julgam possuidoras da verdade se tornam inquisidoras. Por isso é preciso tolerância.

Resta uma tristeza de morrer. A vida é tão bonita. Não é medo. É tristeza mesmo. Lembro-me dos versos da Cecília que sentia a mesma coisa. “E fico a meditar se depois de muito navegar a algum lugar enfim de chegar. O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas e nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias. De longe o horizonte avisto, aproxima e sem recurso. Que pena a vida ser só isso…”

Resta um medo do morrer – aquelas coisas que vêm antes que ela chegue. Eu acho que as pessoas deveriam ter o direito, se quisessem, de dizer: “É hora de partir…” E partissem. Se Deus existe e se Deus é bondade não posso crer que Ele ( ou Ela ) nos tenha condenado ao sofrimento, como última frase da nossa sonata. A última frase deve ser bela.

Resta, quanto tempo? Não sei. O relógio da vida não tem ponteiros. Só se ouve o tic-tac… Só posso dizer: “Carpe Diem” – colha o dia como um fruto saboroso. É o que tento fazer.”

O Expresso Vida tem suas páginas prontas para serem preenchidas por autores brasileiros que tenham textos bem elaborados que visem a dignidade da vida humana.

 

                                                                                          ( BREVE 2ª EDIÇÃO )                                                                                        

Roberto J. Pugliese
editor
Membro da Academia São José de Letras
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Membro da Academia Eldoradense de Letras

20 outubro 2021

 Debate e Discussões Desportivas

 

Amigos da Bola, editado por Roberto Jr, do grupo de Rio Claro, no próximo dia 26 de Outubro, a partir das 20 horas, levará através do facebook a apresentação de live, com Renan, ex jogador do São Paulo FUtebol CLube, campeão do mundo em 2005 e Roberto José Pugliese Júnior, advogado, especialista em direito desportivo.


O Expresso Vida aplaude a iniciativa e divulga.

09 julho 2021

Convocação do Conselho Federal da OAB

 O Expresso Vida divulga a Nota expedida pelo Conselho Federal da OAB

 

Nota do Conselho Federal da OAB:

“O Brasil vive uma grande tragédia humanitária, com quase 520 mil óbitos na terrível pandemia que enfrentamos. Nos dedicamos, em boa parte da nossa gestão, a lutar pelas garantias constitucionais frequentemente ameaçadas e desrespeitadas nesse período. Chegamos a enviar, para análise do Procurador Geral da República, uma notícia crime sobre possíveis crimes cometidos pelo presidente da República, tanto em ações quanto em omissões durante a pandemia.

Um extenso e bem fundamentado parecer de uma comissão composta por alguns dos maiores juristas do país forneceu a esse Conselho Federal a análise jurídica que aponta para cometimento de crimes pelo presidente da República, indicando elementos para que a OAB pudesse, inclusive, apresentar pedido de impeachment do presidente por crime de responsabilidade.

Os fatos recentes, desvendados pela CPI no Senado, colocam ainda mais luz sobre a responsabilidade clara do governo federal com relação à tragédia que vivemos. Nosso direito constitucional básico – o direito à vida – está sob séria ameaça. Portanto, não é mais possível adiar o debate sobre a possível apresentação, por parte de nossa entidade, do pedido de impeachment do presidente.

Nunca nos furtamos à defesa da vida e da democracia. Está na razão de ser da OAB e na melhor tradição da advocacia a coragem para lutar pelo Estado Democrático de Direito, pelos direitos humanos e pelo devido processo legal. Estou certo de que esses princípios guiarão nosso debate, que deve se dar em clima de serenidade e respeito ao direito de defesa, sobre mais esse momento grave em que o Brasil exige, novamente, o posicionamento da Ordem.

Fica, assim, convocada reunião extraordinária do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil para o dia 20 de julho, às 9 horas, com a pauta exclusiva de debate sobre a proposta de apresentação do pedido de impeachment do presidente da República.

Brasília, 1º de julho de 2021

Felipe Santa Cruz

 

 Roberto J. Pugliese

advogado remido

editor