sábado, 7 de novembro de 2015

Lourenço e os animais domésticos ( memória nº 121 )


Memória nº 121

Lembrança de cães.

 

Ao longo de sua vida recorda-se que sua família teve diversos cães. O primeiro era o Poy, em homenagem ao saudoso goleiro do São Paulo Futebol Clube. Um perdigueiro que ganhou de seu tio por volta de 1955. Depois foi Laica, uma boxer que foi homenageada com o nome da cadelinha que os russos fizeram dar algumas voltas ao redor do planeta. Chang foi um pequenez que viveu vários anos já quando adolescente e residia no apartamento da rua Manoel da Nóbrega na cidade de São Paulo. Ainda solteiro ganhou um cachorrinho do caseiro de seu sítio situado em Registro. Ficou com o mesmo poucas semanas e presenteou um vizinho. Não se recorda do nome. Tic Tac foi um cachorrinho que seu filho ganhou quando residiam em Cananéia. Esse acompanhou a família na mudança para Itanhaém e depois para Gurupi. Ao mudarem-se para São Francisco do Sul, deu de presente para Lourenço Jr. Roque, um cachorro agitado que arrumava muita confusão. A seguir apareceu em casa Menina, que se tornou companheira de Lourença por anos até que ganharam do vizinho o Coragem, que atualmente velhinho, ainda vive com a família em Florianópolis e é grande companheiro de todos e fiel principalmente a Lourenço Jr.


 
CORAGEM

 

São muitas as histórias que tem de seus cães e incontáveis as recordações e fatos que memorizou com cada um deles. Cada cachorro tem uma história e deixou lembranças e saudades inesquecíveis.


São tantas as passagens pitoresca que seria impossível, num texto superficial voltado para a memória, relatar a todas.

 

Assinala apenas que tem muito amor por todos e cada um marcou a convivência de uma forma. Todos porém fieis, carinhosos e muito próximos à família.

 

Lourenço até Outubro último criava na sua casa um cágado ou jaboti que o filho presenteou a mãe, entregando-o numa véspera de natal, menor do que uma caixa de fósforos. Morreu e foi enterrado. Quando casaram tinham o Dulço, um jaboti que criavam no apartamento até presentearem sua tia. Também tiveram gatinhos.

 

Os animais  domésticos sempre tiveram presente na vida de Lourenço.

 

Roberto J. Pugliese
titular da cadeira nº35 da Academia São José de Letras.

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