22 janeiro 2012

Governo de São Paulo a serviço do capital. Omisso viola direitos.

Violência e barbaridade.

Desordem total - Violência policial - Descumprimento de ordem judicial.

Governador omisso. Estado a serviço de banqueiro.

( Notas colhidas de testemunhas que se encontram em São José dos Campos, Sp e nas redes sociais da net indicam que a violência é extrema )

Lamentavelmente o governo de São Paulo está propiciando que a Policia Militar, sucessora da gloriosa Força Pública de São Paulo, cometa trágica matança e provoque clima de desespero, medo, insegurança... balburdia total.

O senador Suplicy está com o deputado Ivan Valente e outros detidos. Os telefones celulares estão censurados. O clima é de guerra. Direitos e garantias individuais ignorados.

Dois mil policiais para expulsarem do bairro 1600 pessoas. Famílias, crianças, idosos. Esse é o pais da Copa.
Direitos humanos ignorados pela OAB-SP, pela Pastoral da terra, da família... pelo MPSP e Federal.

Recebi de Tatiana Dias Gomes a seguinte mensagem:
" Estou acompanhando pelo tuiter em tempo real e a repressão está duríssima. Senador Suplicy e deputado Ivan Valente estão lá, mas cercados pela PM dentro de uma escola. Notícias de que sinais de internet e de celular estão sendo cortados. O bairro do Pinheirinho foi cercado com barreiras da PM. A justiça federal determinou que se interrompa a desocupação, pois a União tem interesse na área, mas o comandante da PM ignorou a ordem. Desgraçadamente, ainda temos o conhecido padrão da barbárie: helicópteros, disparos com armas letais, bombas de fumaça para todos os lados, crianças e mulheres, uma grávida, inclusive, sendo agredidas. E, de todas as notícias, a que mais me incomoda é a de que existe um ferido grave (confirmado na internet) no hospital e 5 mortos (porém, sem confirmação, de maneira que por enquanto prefiro pensar que é apenas). Chovem notícias pelo tuiter e não sei se esqueci algo. Além de apoio moral, financeiro e judicial, precisamos urgentemente de um exército popular. "

Enfim, tristeza muito grande, saber que o governo tucano de São Paulo está a serviço de um banqueiro e se omite as barbaridades da PM e demais agentes.

Constrangido e envergonhado,

Roberto J. Pugliese

Imprensa a serviço do poder.

Televisão: fábrica de mais-valia ideológica

Por elaine tavares - jornalista

A televisão é uma usina ideológica. Gera milhares de megawatts de ideologia a cada programa, por mais inocente que pareça ser. E ideologia como definiu Marx: encobrimento da realidade, engano, ilusão, falsa consciência. Então, se considerarmos que a maioria da população latino-americana, aí incluída a brasileira, se informa e se forma através desse veículo, pensá-la e analisá-la deveria ser tarefa intelectual de todo aquele que pensa o mundo. Afinal, como bem afirma Chomsky, no seu clássico “Os Guardiões da Liberdade”, os meios atuam como sistema de transmissão de mensagens e símbolos para o cidadão médio. “Sua função é de divertir, entreter e informar, assim como inculcar nos indivíduos os valores, crenças e códigos de comportamento que lhes farão integrar-se nas estruturas institucionais da sociedade”.

Não é sem razão que bordões, modas e gírias penetram nas gentes de tal forma que a reprodução é imediata e sistemática.

Um termômetro dessa usina é a famosa “novela das oito”, que consolidou um lugar no imaginário popular desde os anos 60, com a extinta Tupi, foi recuperado com maestria pela Globo e vem se repetindo nos demais canais. O horário nobre é usado pela teledramaturgia para repassar os valores que interessam à classe dominante, funcionando como uma sistemática propaganda que visa a manutenção do estado de coisas. É clássica, nos folhetins, a eterna disputa entre o bem e o mal, o pobre e o rico, com clara vinculação entre o bem e o rico. Sempre há um empresário bondoso, uma empresária generosa, um fazendeiro de grande coração, que são os protagonistas.

E, se a figura principal começa a novela como pobre é certo que, por sua natural bondade, chegará ao final como uma pessoa rica e bem sucedida, porque o que fica implícito que o bem está colado à riqueza, vide a Griselda de Fina Estampa, a novela da vez.

Outro elemento bastante comum nas novelas é o da beleza da submissão. Como os protagonistas são sempre pessoas ricas, eles estão obviamente cercados dos serviçais, que, no mais das vezes os amam e são muito “bem-tratados” pelos patrões. Logo, por conta disso, agem como fiéis cães de guarda. Um desses exemplos pode ser visto atualmente na novela global. É o empregado-amigo (?) da vilã Tereza Cristina. Ele atua na casa da milionária como um mordomo, cúmplice, saco de pancadas, dependendo do humor da mulher. Ora ela lhe conta os dramas, ora lhe bate na cara, ora lhe ameaça tirar tudo o que já lhe deu. E ele, premido pela necessidade, suporta tudo, lambendo-lhe as mãos como um cachorrinho amestrado. Tudo é tão sutil que não há quem não se sinta encantado pelo personagem.

Ele provoca o riso e a condescendência, até porque ainda é retratado de forma caricata como um homossexual cheio de maneios, trejeitos e extremamente servil.
Mas, se o servilismo de Crô pode ser questionado pela profunda afetação, outros há que aparecem ainda mais sutis. É o caso da turma da praia que, na pobreza, hostilizava Griselda e, agora, depois que ela ficou rica, passou para o seu lado, vindo inclusive trabalhar com a faz-tudo, assumindo de imediato a postura de defensores e amigos fiéis. Ou ainda a relação dos demais trabalhadores com os patrões “bonzinhos”, como é o caso do Paulo, o Juan, o homem da barraquinha de sucos, e o Renê. Todos são “amigos” e fazem os maiores sacrifícios pelos patrões, reforçando a ideia de que é possível existir essa linda conciliação de classe na vida real. O grupo que atua com o cozinheiro Renê, por exemplo, foi demitido pela vilã, não recebeu os salários, viveu de brisa por um tempo e retomou o trabalho com o antigo chefe por pura bem-querença.


Coisa de chorar.
Nesses folhetins também os preconceitos que interessam aos dominantes acabam reforçados sob a faceta de “promoção da democracia”. O negro já não aparece apenas como bandido, mas segue sendo subalterno. No geral faz parte do núcleo pobre, mas é generoso e sabe qual é o “seu lugar”. É o caso do ético funcionário da loja de motos. Um bom rapaz, que, no máximo, pode chegar a gerente da loja. As pessoas que discutem uma forma alternativa de viver aparecem como gente “sem-noção”, no mais das vezes caricaturada, como é o caso da garota que prevê o futuro, a mulher negra que era bruxa, o rapaz que brinca com fogo ou os donos da pousada que em nada se diferem de empresários comuns, a não ser nas roupas exotéricas. Ou o personagem do Zé Mayer, numa antiga novela, que via discos voadores, não aceitava vender suas terras e, no final, “fica bom”, entregando sua propriedade para a empresária boazinha que era dona de uma papeleira.

Os homossexuais também encontram espaço nas novelas, dentro da lógica da “democratização”, mas continuam sendo retratados de forma folclórica, como é o caso do Crô, na novela das oito, ou do transexual da novela das sete.

Já o índio, como é invisível na vida real, tampouco tem vez nas tramas novelistas e quando tem, como a novela protagonizada por Cléo Pires, vem de forma folclórica e desconectada da vida real.

E assim vai...
Gente há que fica indignada com os modelos que as telenovelas reproduzem ano após ano, mas essa é realidade real. Os folhetins nada mais fazem do que reforçar as relações de produção consolidadas pelo sistema capitalista. Até porque são financiados pelo capital, fazendo acontecer aquilo que Ludovico Silva chama de “mais-valia ideológica”. Ou seja, a pessoa que está em casa a desfrutar de uma novela, na verdade segue muito bem atada ao sistema de produção dessa sociedade, consumindo não só os produtos que desfilam sob seu olhar atento, enquanto aguardam o programa favorito, mas também os valores que confirmam e afirmam a sociedade atual.

Prisioneira, a pessoa permanece em estado de “produção”, sempre a serviço da classe dominante. Assim, diante da TV – e sem um olhar crítico - as pessoas não descansam, nem desfrutam.
É certo que a televisão e os grandes meios não definem as coisas de forma automática. Como bem já explicou Adelmo Genro, na sua teoria marxista do jornalismo, os meios de comunicação também carregam dentro deles a contradição e vez ou outra isso se explicita, abrindo chance para a visão crítica.

Momentos há em que os estereótipos aparecem de maneira tão ridícula que provocam o contrário do que se pretendia ou personagens adquirem tanta força que provocam um explodir da consciência. E, nesses lampejos, as pessoas vão fazendo as análises e podem refletir criticamente. Mas, de qualquer forma, esses momentos não são frequentes nem sistemáticos, o que só confirma a função de fabricação de consenso que é reservada aos meios. Um caso interessante é o do transexual que está sendo retratado na novela da Record, que passa às dez horas. “Dona Augusta” é nascida homem e se faz mulher, sem a folclorização do que é retratado na Globo. É “descoberta” pelo filho que a interna como louca. Toda a discussão do tema é muito bem feita pelos autores, sem estereótipos, sem falsa moral. Mas, é a TV dos bispos evangélicos, que, por sua vez, na vida real pregam a homossexualidade como “doença”. São as contradições.

De qualquer sorte, a teledramaturgia brasileira deveria ser bem melhor acompanhada pelos sindicatos e movimentos sociais. E cada um dos personagens deveria ser analisado naquilo que carrega de ideologia. Não para ensinar aos que “não sabem”, mas para dialogar com aqueles que acabam capturados pelo véu do engano. Assim como se deve falar do que silencia nos meios, o que não aparece, o que não se explicita, também é necessário discutir sobre o que é inculcado, dia após dia, como a melhor maneira de se viver. Pois é nesse entremeio de coisas ditas, malditas e não ditas, que o sistema segue fabricando o consenso, sempre a favor da classe dominante.

( Remetido por Glauco Marques, da Radio Comunitária Campeche,de Florianopolis )
Ponte Hercílio Luz, um marco histórico de um Estado e de uma cidade. Palco de corrupção.





A Ponte Her­cílio Luz foi cons­truída na dé­cada de 1920 - entre no­vembro de 1922 e maio de 1926 - pelas firmas as­so­ci­adas Byington & Sunds­trom. Foi pro­je­tada pelo Eng.º David Bar­nard Steinman, das firmas as­so­ci­adas Ro­binson & Steinman, U.S.A. Con­sul­ting En­gi­neers, tendo sido con­cluída e inau­gu­rada em 13 de maio de 1926, uma quinta-feira chu­vosa, no go­verno de Antônio Vi­cente Bulcão Vi­anna.


A re­a­li­zação desse sonho deu-se, prin­ci­pal­mente, graças à ini­ci­a­tiva em­pre­en­de­dora do Vice-Go­ver­nador, no exer­cício do cargo de Go­ver­nador do Es­tado de Santa Ca­ta­rina - En­ge­nheiro Civil Her­cílio Pedro da Luz, que au­to­rizou o Es­tado a con­trair o em­prés­timo para a cons­trução da Ponte, que ele ima­gi­nara de­no­minar Ponte da In­de­pen­dência.


Em me­ados de 1924, a saúde de Her­cílio Luz es­tava pro­fun­da­mente aba­lada, com di­ag­nós­ticos de câncer de estô­mago, já de­sen­ga­nado pelos mé­dicos. Em 08 de ou­tubro de 1924, Her­cílio Luz inau­gurou então sim­bo­li­ca­mente a Ponte, atra­ves­sando uma pas­sa­rela pênsil de 18 me­tros de com­pri­mento, cons­truída em mi­ni­a­tura, com es­cala 50 vezes menor que a ori­ginal, junto ao tra­piche de Flo­ri­a­nó­polis, pois se sabia que di­fi­cil­mente es­taria vivo para inau­gurar a Ponte que ide­a­li­zara.


In­fe­liz­mente, doze dias após a inau­gu­ração sim­bó­lica, Her­cílio Luz fa­leceu em 20 de ou­tubro de 1924 e não pôde ver essa grande obra con­cluída. A bem da jus­tiça, a Ponte levou seu nome e passou a ser cha­mada de Ponte Her­cílio Luz.


Foi in­ter­di­tada to­tal­mente ao trá­fego em 22 de ja­neiro de 1982, quando ainda ab­sorvia 43,8% do total do trá­fego, ou seja, 27.345 veí­culos por dia, al­can­çando em ho­rá­rios de pico, a marca de 2.250 veí­culos por hora.


O DER/SC, na­quele dia, fe­chou a Ponte ao trá­fego de veí­culos e pe­des­tres de­vido às pre­cá­rias con­di­ções em que se en­con­trava, de­cor­rente de de­te­ri­o­ração das barras de olhal, com base no laudo téc­nico nº 16.177 do Ins­ti­tuto de Pes­quisas Tec­no­ló­gicas de São Paulo S/A - IPT, em pe­rícia re­a­li­zada em 03/12/1981.


Em 15 de março de 1988, a Ponte Her­cílio Luz foi re­a­berta so­mente ao trá­fego de pe­des­tres, bi­ci­cletas, mo­to­ci­cletas e veí­culos de tração animal.


Em fe­ve­reiro de 1990, foi apre­sen­tada pela Cerne En­ge­nharia e Pro­jetos e Cons­tru­tora Roca Ltda. o Re­la­tório da Pri­meira Etapa da Aná­lise da Vi­a­bi­li­dade da re­a­ber­tura ao trá­fego da Ponte Her­cílio Luz.


Em 4 de julho de 1991, a Ponte Her­cílio Luz foi no­va­mente in­ter­di­tada a qual­quer tipo de trá­fego e re­ti­rado o piso as­fál­tico do vão cen­tral, re­sul­tado num alívio de peso da ordem de 400 to­ne­ladas, não tendo sido mais aberta ao trá­fego até os dias de hoje.


Em 04 de agosto de 1992, o então Pre­feito Mu­ni­cipal de Flo­ri­a­nó­polis - Antônio Hen­rique Bulcão Vi­anna - as­sina o De­creto nº 637/92, tom­bando a Ponte Her­cílio Luz como Pa­trimônio His­tó­rico, Ar­tís­tico e Ar­qui­tetô­nico do Mu­ni­cípio de Flo­ri­a­nó­polis.


Em 13 de maio de 1997, o então Go­ver­nador do Es­tado de Santa Ca­ta­rina: Paulo Afonso Evan­ge­lista Vi­eira, através do De­creto nº 1.830, ho­mo­loga o Tom­ba­mento da Ponte Her­cílio Luz, de pro­pri­e­dade do Es­tado de Santa Ca­ta­rina / DER/SC, lo­ca­li­zada no Mu­ni­cípio de Flo­ri­a­nó­polis.


Em 15 de maio de 1997, foi as­si­nado o De­creto nº 2.070, no qual o Go­verno do Es­tado de Santa Ca­ta­rina de­clara de uti­li­dade pú­blica para fins de aqui­sição por do­ação ou de­sa­pro­pri­ação, ami­gável ou ju­di­cial, os imó­veis com­pre­en­didos na área de en­torno da Ponte Her­cílio Luz.


Em 24 de marçdo de 2005, na "Casa do Jor­na­lista", o Go­ver­nador do Es­tado de Santa Ca­ta­rina, Luiz Hen­rique da Sil­veira, em con­junto com sua equipe téc­nica, apre­sentou um re­sumo do Pro­jeto de Re­a­bi­li­tação da Ponte Her­cílio Luz, oca­sião em que foi es­ta­be­le­cido um prazo para o lan­ça­mento do edital para a exe­cução das obras de re­a­bi­li­tação da Ponte.


No dia 15 de de­zembro de 2005 o DEINFRA ini­ciava a aber­tura do Edital de Con­cor­rência In­ter­na­ci­onal n.º 24, no qual o con­sórcio for­mado pelas em­presas ROCA e TEC foi o ven­cedor do cer­tame.


Em 17 de fe­ve­reiro de 2006 foi ini­ciada a exe­cução do con­trato PJ-015/2006, com o con­sórcio an­te­ri­or­mente ci­tado, no valor de R$20.983.905,55 e que tem por ob­je­tivo a exe­cução, com for­ne­ci­mento de ma­te­riais e in­sumos, dos ser­viços ne­ces­sá­rios para a res­tau­ração, re­a­bi­li­tação e ma­nu­tenção da Ponte Her­cílio Luz. Tal con­trato está pre­visto para ser en­cer­rado em 05 de agosto de 2008 e con­templa a pri­meira fase da obra.


Além do mon­tante pre­visto para a exe­cução da obra, ou­tros R$9.810.170,61 foram in­ves­tidos na con­tra­tação das em­presas con­sor­ci­adas PROSUL e CON­CREMAT para exe­cução de ser­viços de ge­ren­ci­a­mento, co­or­de­nação, su­per­visão, con­trole de qua­li­dade e apoio à fis­ca­li­zação das obras de re­a­bi­li­tação da Ponte, con­forme con­trato PJ-170/2006. Tal con­trato está pre­visto para su­prir as ne­ces­si­dades de su­per­visão dos ser­viços exe­cu­tados para a pri­meira e se­gunda fases da re­a­bi­li­tação da Ponte.




A ponte, enfim, assinale-se, desde de sua interdição é palco de muitos investimentos e a sua reforma e recuperação não é concluída. Anos e anos... rios de dinheiro. Suspeita de corrupção.





Roberto J. Pugliese




Importante= Síntese da grandeza da metrópole.

Leia, assista e escute. Vale à pena !




A capital do Estado de São Paulo com mais de 11 milhões de habitantes é o centro cultural e economico do país, motivando assim, a ida de milhões de pessoas para lá em razão de serviço a realizar ou com o intúito de lá residir e ganhar a vida.


Certa vez soube que a maior cidade de Santa Catarina não é Joinville, outrossim, São Paulo. É a segunda cidade de Minas Gerais e a cidade mais industrializada da Alemanha... isso é a Capital Paulista.


Mas há também aqueles que sem imigrar para S. Paulo se dirigem para passear ou para algum negócio especial.


Vão para aquela cidade por causa de escola ou de tratamento de saúde. Vão para lá efetuarem compras ou contratar serviços. Alguns milhões visitam a cidade para conhece-la.


Negócio especial é uma necessidade economica. Turismo é opção.


Sem qualquer bairrismo de paulistano, todo brasileiro, que puder, deve ir a Capital Paulista. Se desejar conhecer o Brasil ou o mundo, visite São Paulo.


A cidade é síntese do que existe no mundo na atualidade e em alguns segmentos, só São Paulo dispõe, inexistindo similar noutro canto.


Vale a pena visitar a cidade, a metrópole e o Estado de São Paulo, 3a. economia da América Latina.


Enfim, o vídeo acima, é apenas a síntese do que existe naquela capital.


Roberto J. Pugliese



São Paulo e o planetário do Ibirapuera. Visitem

Planetário Ibirapuera -

Em 1957, no mesmo ano em que o primeiro objeto feito pelo homem chegou ao espaço, foi inaugurado o Planetário do Parque do Ibirapuera, o primeiro do hemisfério Sul.

São Paulo sempre está a frente das demais cidades e avança pelos caminhos mais diversos da ciencia, da cultura e da tecnologia no país, na América latina e muitas vezes no hemisferio sul e mundo.

Sem exagero.

Nesta mistura de museu e show de luzes, no Planetário paulista, o mais antigo do hemisfério sul é possível ver como foi a evolução dos instrumentos usados por astrônomos ao longo da história, além de se maravilhar com o domo do auditório, no qual são projetadas imagens do universo vindas do telescópio Hubble.

Quem estiver em São Paulo a passeio ou a trabalho, recomendável visitar o Planetário.

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n.º – Portão 10 – Parque do Ibirapuera;Horários: por agendamento.

Roberto J. Pugliese
www.pugliesegomes.com.br

O Amante - comentários

Comentário do professor Antonio Ozai da Silva.


A releitura de O amante**, obra clássica de Marguerite Duras, evidencia novos aspectos.
Agora o “olhar” do leitor percorre o texto amparado numa chave interpretativa pós-colonialista.

A relação da “moça branca” com o amante chinês expressa situações que, a meu ver, são passíveis de universalização, considerando-se as dificuldades presentes – por exemplo, a idade da moça, as diferenças econômicas e a caracterização como prostituição etc. As reações do “amante” – fraqueza, choro, paixão e dependência da moça, etc. – não são especificidades determinadas pelo caráter colonialista que envolve os personagens.

Tais sentimentos são próprios de qualquer ser humano. Isto pode parecer óbvio, mas foram aspectos que tive que observar devido à “chave interpretativa” que guiou o meu “olhar”.
Nesta releitura, observei aspectos que caracterizam valores e atitudes preconceituosas e colonialistas na relação da “moça branca” e sua família com o “homem chinês” e os nativos da Indochina, à época sob domínio francês. A certa altura do seu relato, a narradora se refere à sua infância, sob “o sol intenso” e em condições de miséria. Mas trata-se de uma miséria diferente das dos nativos:

“… não passávamos fome, éramos crianças brancas, tínhamos vergonha, vendíamos nossos móveis, mas não passávamos fome, tínhamos um empregado e comíamos porcaria, galinholas, filhotes de caimão, mas essas porcarias eram preparadas por um empregado, servidas por ele e às vezes recusadas por nós, podíamos dar-nos ao luxo de não querer comer” (p. 10).

Não fosse a referencia à cor, “éramos crianças brancas”, tal relato apenas demonstra um certo sentimento próprio do ser humano, embora possa ser condenável. Refiro-me à necessidade que alguns seres humanos têm em se sentirem superiores, ainda que sua situação econômica não o permita. É uma superioridade frágil, que se sustenta apenas pela vaidade e narcisismo.

Em O amante, a referência à cor branca não é mero acidente lingüístico. Neste caso, a cor é um diferencial a mais para refletirmos sobre o sentimento de superioridade. É interessante como a “moça branca” e sua família tratam o “homem chinês”. Ela se encontra praticamente no papel de prostituta e sua família se beneficia dessa relação diante do amante rico. Contudo, se colocam, por serem brancos, europeus e colonialistas, como hierarquicamente superiores. Isto também expressa a distinção entre o nativo e o colonizador.

A inferiorização dos indivíduos é também um dos principais fatores para a manutenção do domínio colonial. O racismo termina por justificar a dominação econômica e colonialista. Mesmo o fato do “homem chinês” ser rico não supera a concepção eurocêntrica e racista da moça branca e sua família.

( colhido do blog do Ozaí, de Ponta Grossa, Pr. )

Bem de familia pode ser penhorado.

Garantia hipotecária
Bem de família dado como garantia é penhorável


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido de suspensão de penhora de imóvel familiar dado como garantia hipotecária de negócio. O imóvel em questão é a casa onde vive com a família o empresário O.S., acusado de deixar de pagar duplicatas mercantis.
A penhora da casa foi decidida pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, nos autos de uma ação de execução envolvendo o negócio de venda de duplicatas mercantis. No STF, o advogado do empresário alegava que a decisão desconsidera a impenhorabilidade do imóvel, já que é onde O.S. vive com sua família.

No entanto o STF manteve a penhora baseado no fato de que ela foi dada como garantia hipotecária de cumprimento do negócio. Portanto, em casos como este, segundo argumentação de Gilmar Mendes, não pode haver impenhorabilidade, como prevê a Lei 8.009/90.


( Com informações da Assessoria de Imprensa do STF. publicado no sítio eletronico da Revista Consultor Jurídico )

Roberto J. Pugliese

Violencia na baixada santista. ( novidade !!!)

São Vicente
Criminoso mata aposentado e depois põe fogo na casa, em São Vicente
Nota colhida do sítio eletronico da TV Tribuna, de Santos.

Roberto J. Pugliese
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Festa no litoral do Piaui -

No próximo dia 26 de janeiro o município de Ilha Grande do Piauí completará 18 anos de emancipação política. A sede fica no Morro da Mariana na Ilha Grande de Santa Isabel, a maior do Delta do Parnaíba, e tem com prefeita Joana D’arc.

Ilha Grande tem uma população de aproximadamente 9 mil habitantes. Possui uma área de cerca de 134,32 km² e um PIB per capta de 2.210,00 reais. É um dos quatro municípios litorâneos do Piauí. O Porto dos Tatus na Ilha Grande é por onde saem as embarcações para o passeio no Delta do Parnaíba e por isto o município é considerado o Portal para o Delta do Parnaíba, possui também um Santuário em homenagem à Nossa Senhora Mãe dos Pobres e Senhora do Piauí.

O pesca e a cata do caranguejo-uçá são as principais fontes de renda dos ilhagrandenses. Anualmente, no mês de novembro é realizado o tradicional Festival do Caranguejo. O artesanato tem seu ponto forte nas complexas rendas de bilro produzido pelas rendeiras do Morro da Mariana.

Vale a pena visitar o ainda inexplorado litoral do Piaui.

Roberto J. Pugliese
( dados colhido do Jornal da Parnaíba )

Ararapira. A vila fantasma de Guaraqueçaba, Pr.



A vila de Ararapira se encontra abandonada. Mas uma vez por ano, na festa do padroeiro, tradicionalmente, seus antigos habitantes retornam para festejar. No dia de finados também.


Situada na divisa dos Estados do Paraná e São Paulo, fica na iha de Superagui, encravada no parque nacional de mesmo nome. Do outro lado, no municipio de Cananeia, a sede do distrito do Ariri está se desenvolvendo bastante com clubes nauticos e marinas de uso turistas que frequentam o lugar.


A região é considerada o melhor roteiro turistico ambiental do mundo.


Roberto J. Pugliese