Juvenal Juvencio tem grande derrota no STF.
( colaboraçãod de Roberto J. Pugliese Jr. )
O posicionamento judicial anterior, da 8a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, tinha sido a favor da legalidade da reforma do estatuto do clube e permitiu a Juvenal disputar uma reeleição, que garantiu ao dirigente mais três anos de mandato.
O ministro Fux julgou procedente a reclamação feita por conselheiros do São Paulo, que discordavam da forma como o estatuto foi modificado. Eles afirmaram que a eleição pelo conselho foi "arquitetada tão só para a segunda reeleição do atual presidente da Diretoria". Mesmo pequena, a oposição do clube, liderada por Edson Lapolla, conseguiu uma importante vitória, mas que ainda pode ser revertida.
No cargo desde 2006, Juvenal Juvêncio foi reeleito em 2008 e seguiu na presidência. Em fevereiro deste ano, dois meses antes da eleição que o tiraria do cargo, o dirigente aprovou no Conselho Deliberativo uma mudança no estatuto para aumentar o tempo de permanência no poder para três anos.
A alteração serviu de pretexto para que Juvenal concorresse novamente ao cargo. O estatuto do clube permite apenas um segundo mandato, mas o presidente são-paulino disse que, sob nova regulamentação, seria sua primeira reeleição. No dia 21 de abril, Juvenal massacrou Lapolla nas urnas: 163 votos contra sete do adversário.
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
15 novembro 2011
São Paulo Futebol Clube - Juvenal e o STF
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