PETROBRAS SERÁ ENTREGUE NOVINHA EM FOLHA.!!!!
A população brasileira está pagando caro os combustíveis e todos os derivados de petróleo porque a Petrobras está com problemas financeiros e é preciso recuperar os valores perdidos. Erros do passado levaram a fragilidade econômica que se encontra. Então o povo, os que no país, usam o petróleo e seus derivados, passam a pagar mais caro pelo consumo para ajustar as finanças da estatal.
O povo paga. Paga caro gasolina, diesel, óleo combustível e todos os derivados. Esses valores estão recuperando as contas da Petrobras. Paga caro o gás de cozinha. Paga tudo caro para que a Petrobras passe a ser uma empresa economicamente viável e lucrativa.
O Pré sal foi entregue para empresas estrangeira à título de doação. Cessão do subsolo da União para a exploração de empresas econômicas e assim a servir para essa recuperação econômica. Mas foi doado. Cessão graciosa.
Uma vez recuperado as finanças da Petrobras, permanecendo esse governo ( desgoverno ) entreguista e neoliberal, a Petrobras será vendida. A preço vil.
O povo dorme.
Está na hora de pensar, acordar, refletir e agir.
São trilhões de dólares americanos que estão sendo renunciados pelo governo e o país sem condições de investimentos primários.
O brasileiro vai recuperar financeiramente a Petrobras e o governo vai entrega-la ao mundo, justificando que assim, não haverá mais cabide de emprego e corrupção na estatal. ( acredite quem quiser )
Enfim, o Expresso Vida deixa público mais essa denuncia e protesto.
Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Titular da cadeira nº 35 da Academia São José de Letras.
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
19 setembro 2018
Expresso Vida - Rádio Transmar Fm - programa 03.
RÁDIO TRANSMAR TRANSMITE O PROGRAMA EXPRESSO VIDA - 19 DE SETEMBRO, 2018.
A Rádio Transmar de Cananéia, transmitiu em FM e pela rede mundial de computadores o 3º programa Expresso Vida. Segue o texto do programa.
"Programa nº03-
DISTINTOS OUVINTES,
saúde, justiça e paz, eu sou Roberto José Pugliese, cidadão honorário de
Cananéia, e o programa de hoje é dedicado a lembrança do sábio cientista
professor Eduardo Boechar Ramos, que
por longa data viveu em Cananéia e defendeu com sabedoria e energia as área de
manguezais de todo o Lagamar e irá abordar a grave omissão do Governo Federal em construir a
BR101.
Impressionante como os paulistas são boicotados pela União. Mais
impressionante como as autoridades públicas do Estado de São Paulo, são omissas
e não se rebelam denunciando as injustiças da União para com o Estado líder da
federação.
Exemplo que todos conhecem principalmente os que frequentam
o litoral paulista é a ausência da rodovia Mário Covas Jr., a mais longa
rodovia brasileira, com início no sul do Rio Grande do Sul e término em Touros
no Rio Grande do Norte, que ainda não foi construída ao longo da orla Atlântica
paulista.
Que vergonha o silencio dos Senadores, dos Deputados
Federais e Estaduais, e até mesmo do Governador e dos Prefeitos e Vereadores
diretamente interessados que aceitam a discriminação admitindo que o que ocorre
é justo e não há porque reclamar. Lideranças com voz, com platéia, tribuna e
modos de ecoar os direitos do povo paulista do litoral são mudos e não se
movimentam em busca de explicações pela omissão federal.
Políticos de todos os partidos, sem exceção, esquecem que é
missão elementar se empenhar pelo direito do povo que os elegeram e calados
ninguém se atreve a exigir que a Br 101, a Rodovia Mário Covas seja construída
entre Garuva, no litoral norte de Santa Catarina até Ubatuba na divisa com o
Rio de Janeiro. E diante desse quadro, Guaraqueçaba, Antonina, Paranaguá, ao
lado de Cananéia continuam tão separados como outrora Tupis e Carijós tinham
seus limites nas Praia Deserta.
Do mesmo modo, Iguape, do ladinho de Cananéia, também está
isolada obrigando o interessado se deslocar à Pariquera Açu, quando o trajeto projetado da Br 101 une o
Itapitangui ao Subauma em poucos quilômetros e ainda não saiu do papel.
O Expresso Vida não ficará calado e permanecerá de vigília
sempre, denunciando a omissão das autoridades locais, pois pressionadas as
autoridades competentes, pelas vereanças, pelas prefeituras, enfim, pelos líderes do litoral paulista e
paranaense, a União haverá de se curvar e executar as obras que estão previstas
no DENIT há mais de 60 anos, e se encontram concluídas em todo país, menos aqui
na orla do Vale do Ribeira.
Muito Obrigado. "
O Expresso Vida agradece a audiência e convida a todos a sintonizarem as ondas moduladas da Rádio Transmar para ouvir o programa nº04 na próxima quarta feira.
Visite Cananéia -Sp ( foto de Maria Fernanda Carvalho )
18 setembro 2018
MARCO De TORDESILHAS.
O PREJUÍZO DE CANANÉIA
Martin Afonso de Souza, navegador português e Capião Mor da Capitania de São Vicente esteve no litoral brasileiro para tomar posse de suas terras e também estabelecer as divisas entre as posses lusitanas e ibéricas.
Segundo os geógrafos da época, as medidas indicaram a ponta de Itacurussá, na Ilha do Cardoso em Cananéia e lá, Martin Afonso mandou erguer o marco português. Há controvérsias pois historiadores dizem que o marco já fora erguido antes da chegada do donatário por outro enviado de Don João III.
O padrão foi erguido e permaneceu até ser levado para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro na cidade do Rio de Janeiro.
Em seu lugar foi colocada a réplica que se encontra erguida até hoje, porém em péssimo estado de conservação. A foto acima é do referido padrão português.
Em seu lugar foi colocada a réplica que se encontra erguida até hoje, porém em péssimo estado de conservação. A foto acima é do referido padrão português.
As autoridades públicas municipais são responsáveis, solidariamente com outros agentes estaduais e federais pela conservação desta peça histórica. Mesmo sendo réplica tem o valor de ser cópia da original e se encontrar no ponto onde foi deixada substituindo a original. A ilha é tombada e o padrão histórico merece sua preservação.
Importância para a cultura do país e de Cananéia especialmente deve ser catalogado, mesmo na condição de réplica, de testemunho cultural do Brasil Colonia e, à semelhança do padrão do descobrimento, deveria estar melhor protegido.
Importância para a cultura do país e de Cananéia especialmente deve ser catalogado, mesmo na condição de réplica, de testemunho cultural do Brasil Colonia e, à semelhança do padrão do descobrimento, deveria estar melhor protegido.
O livro Direito das Coisas, publicado pela Leud em 2005, de autoria deste editor, tem em sua capa principal, fotografia do referido marco do Itacurussá. ( sic na borda interior superior em laranja )
O Expresso Vida irá cobrar dos responsáveis esforços no sentido de tomarem medidas em direção a real preservação da história e do turismo de Cananéia e do Brasil. Nesse sentido conclama os intelectuais e amantes da história e da cultura para pleitearem junto às autoridades públicas medidas no sentido de restaurar e conservar o padrão de Martin Afonso de Souza, marco divisório das terras lusitanas, símbolo do período colonial do país.
Roberto J. Pugliese
Editor
Cidadão honorário de Cananéia
15 setembro 2018
nota de repúdio
REPÚDIO
O Expresso Vida torna público seu repúdio à violência e ao despreparo da Juíza Leiga do 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Duque de Caxias, Rj, que violou as prerrogativas profissionais da advogada Vera Lúcia dos Santos, no exercício de sua profissão, impondo de forma brutal ditames que não condizem com o Poder Judiciário a ponto de algemá-la e conduzi-la ao distrito policial. O Estado do Rio de Janeiro mais uma vez demonstrou que os seus Poderes estão totalmente corroídos pela incompetência e seus agentes, despreparados e desorientados para agirem e cumprirem fielmente as obrigações que lhes incumbem.
Diversas formas de conduta da agente que naquela hora representava a Juíza de Direito e os agentes policiais poderiam ser adotadas para o que se resolvesse o incidente ocorrido no final da audiência, não se justificando, de forma alguma, além da violação das prerrogativas do advogado no exercício de suas atividades profissionais, a violência física empregada.
O Expresso Vida mais do que prestar solidariedade a advogada clama a OAB e demais associações de advogados para que ultimem medidas enérgicas contra todos os responsáveis.
Lembrem-se todos: A CRÍTICA É DEVER DA INTELIGENCIA.
ROberto J. Pugliese
editor.
Advogado formado pela PUC -SP, 1974
SANTO IVO - PADROEIRO DOS ADVOGADOS
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14 setembro 2018
Polícia Militar pede socorro !
Policiais Militares são vítimas de violência.
As corporações policiais militares dos Estados e do Distrito Federal são, de alguns anos a esta data, palco de diversos tipos de violência praticadas pela sociedade civil como um todo.
As antigas Forças Públicas dos Estados extintas pela ditadura estão, cada vez mais, sem recursos financeiros e assim, por consequência, sem qualquer condição de prestarem seus serviços visando a segurança pública que a população precisa.
Se é verdade que muitos de seus policiais, indistintamente são naturalmente despreparados e violentos com a sociedade, não é mentira e trata-se de realidade testemunhada por todos, que a essas corporações que tem como fim prover a segurança pública, vem sendo relegada e desprezada pelas autoridades públicas e pela própria sociedade civil que dela depende para a própria segurança.
São situações distintas e equivocadas de ambos os lados que precisam ser imediatamente corrigidas, pois quem se sai bem nessa situação são os meliantes de todas as categorias e de todos os lugares, inclusive os perigosos envolvidos em crimes internacionais.
Se não tem policiamento ou está fragilizado o bandido, seja de colarinho branco ou o violento de macacão, atua com tranquilidade e sem qualquer receio. Não tem policiamento adequado para combate-lo.
Se não tem policiamento ou está fragilizado o bandido, seja de colarinho branco ou o violento de macacão, atua com tranquilidade e sem qualquer receio. Não tem policiamento adequado para combate-lo.
Se a truculência deve ser condenada e seus agentes punidos, de modo a corrigi-los e servir de exemplo, de outro, não se permite que os efetivos não sejam preparados para agirem de acordo com as exigências do mundo contemporâneo.
Em pleno século XXI os policiais e as corporações policiais em sua maioria não estão devidamente armados e estruturados, desde o número ideal de agentes até as mínimas condições para que a inteligência promova as medidas necessárias para que não haja tanta violência.
Ademais a ausência de preparo adequado e a situação de pobreza que vive o policial, tem levado alguns à prática de crime. Policiais bandidos e o Poder Público é o maior culpado.
Em pleno século XXI os policiais e as corporações policiais em sua maioria não estão devidamente armados e estruturados, desde o número ideal de agentes até as mínimas condições para que a inteligência promova as medidas necessárias para que não haja tanta violência.
Ademais a ausência de preparo adequado e a situação de pobreza que vive o policial, tem levado alguns à prática de crime. Policiais bandidos e o Poder Público é o maior culpado.
Policias Militares são mal remunerados, despreparados, reféns de bandidos, enfrentam o perigo sem seguro de vida, sem a devida segurança para familiares e o que é pior, sem o efetivo razoável e o armamento mínimo para cumprimento de suas missões.
Além de tudo, muitas vezes recebem ordens de autoridades de todos os Poderes Públicos, de agentes administrativos ou políticos que é sabido, são pessoas ligadas ao crime.
Aliás os efetivos não dependem somente da criação de cargos pelas Assembleias Legislativas dos Estado e Distrital do Distrito Federal, mas da autorização do Exército que é o agente fiscalizador das corporações militares, até porque as Polícias Militares são forças auxiliares. Talvez essa situação jurídica deva ser mudada para que as Unidades da Federação possam melhor prover suas polícias diante das necessidades e razoabilidade política. Repito: talvez.
Além de tudo, muitas vezes recebem ordens de autoridades de todos os Poderes Públicos, de agentes administrativos ou políticos que é sabido, são pessoas ligadas ao crime.
Aliás os efetivos não dependem somente da criação de cargos pelas Assembleias Legislativas dos Estado e Distrital do Distrito Federal, mas da autorização do Exército que é o agente fiscalizador das corporações militares, até porque as Polícias Militares são forças auxiliares. Talvez essa situação jurídica deva ser mudada para que as Unidades da Federação possam melhor prover suas polícias diante das necessidades e razoabilidade política. Repito: talvez.
PM deseducados e despreparados levam a praticar injustiças e grosserias que merecem punições severas. Punições de verdade. Porém, a corporação precisa de atenção da administração pública e da sociedade.
A sociedade tem que se posicionar junto à polícia para que esta se fortaleça como órgão de segurança pública e não apenas agente ideológico de um governo que esteja no poder.
As Polícias Militares sem exceção precisam de ajuda e atenção. É a triste realidade de norte a sul do país. Essas corporações chegam a se intimidar em agir, até porque, deveriam servir à sociedade e não, como acontece, ao governo.
A polícia presta-se a segurança pública, isto é, da sociedade como um todo, sem excessão e ao próprio Estado, porém muitas ocasiões o que se percebe é que as cooporações policiais estão apenas a impor a autoridade do governo.
A autoridade governamental do momento se sobrepõe a autoridade do Estado e assim, a polícia deixa de prestar segurança pública e passa prestar segurança ideológica temporária e injusta.
Muitas correções devem ser feitas. Muitas. Só então teremos a polícia próxima ao ideal e ao justo. Daí, é o momento de ser reflexivo e discutir juntos, sociedade civil, governo, autoridades militares, forças armadas, enfim, toda a nação que é no todo interessada, verdadeiros aperfeiçoamentos à realizarem-se na busca do aprimoramento do corpo policial brasileiro.
A desorganização policial no país é tal, que a Constituição Federal prevê a criação das Polícias Militares, com essa denominação e demais regras próprias ao funcionamento e, arbitrariamente no Rio Grande do Sul, a força policial mantém o nome de Brigada, contrariando assim o texto expresso constitucional.
A sociedade tem que se posicionar junto à polícia para que esta se fortaleça como órgão de segurança pública e não apenas agente ideológico de um governo que esteja no poder.
As Polícias Militares sem exceção precisam de ajuda e atenção. É a triste realidade de norte a sul do país. Essas corporações chegam a se intimidar em agir, até porque, deveriam servir à sociedade e não, como acontece, ao governo.
A polícia presta-se a segurança pública, isto é, da sociedade como um todo, sem excessão e ao próprio Estado, porém muitas ocasiões o que se percebe é que as cooporações policiais estão apenas a impor a autoridade do governo.
A autoridade governamental do momento se sobrepõe a autoridade do Estado e assim, a polícia deixa de prestar segurança pública e passa prestar segurança ideológica temporária e injusta.
Muitas correções devem ser feitas. Muitas. Só então teremos a polícia próxima ao ideal e ao justo. Daí, é o momento de ser reflexivo e discutir juntos, sociedade civil, governo, autoridades militares, forças armadas, enfim, toda a nação que é no todo interessada, verdadeiros aperfeiçoamentos à realizarem-se na busca do aprimoramento do corpo policial brasileiro.
A desorganização policial no país é tal, que a Constituição Federal prevê a criação das Polícias Militares, com essa denominação e demais regras próprias ao funcionamento e, arbitrariamente no Rio Grande do Sul, a força policial mantém o nome de Brigada, contrariando assim o texto expresso constitucional.
Enfim, como está não é possível e todos clamam por correções, inclusive a PM de todos os cantos do país. Correções indispensáveis para que sirvam com eficiência na forma da previsão constitucional.
Roberto J. Pugliese
editor
Autor de Direito Notarial Brasileiro, Leud, 1989
13 setembro 2018
Rádio Transmar - Expresso Vida - Programa nº0 2
RÁDIO TRANSMAR TRANSMITE O PROGRAMA EXPRESSO VIDA - 12 DE SETEMBRO, 2018.
Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Cidadão honorário de Cananéia.
A Rádio Transmar de Cananéia, transmitiu em FM e pela rede mundial de computadores o 2º programa Expresso Vida. Segue o texto do programa.
"
Programa nº02-
DISTINTOS OUVINTES,
saúde, justiça e paz, eu sou Roberto José Pugliese, cidadão honorário de
Cananéia, e o programa de hoje é dedicado a Benedito Calixto de Jesus, nascido na histórica Conceição de
Itanhaém, artista plástico e historiador e irá abordar o drama dos habitantes
dos lugares isolados no Lagamar de Cananéia.
Nos últimos tempos em homenagem ao meio ambiente e a
ecologia, Cananéia e outras tantas cidades do Vale do Ribeira e do litoral
foram brindadas com a criação de inúmeros parques e áreas objeto de proteção
ambiental.
Um fenômeno imposto de cima para baixo pelas autoridades
públicas brasileiras, em atenção a acordos internacionais, que pelo país à fora
tem causado inúmeros aborrecimentos a parte considerável da população
brasileira, especialmente os mais frágeis e anônimos rurícolas espalhados pela
orla coberta pela Mata Atlântica.
Repentinamente o caiçara que habitava as ilhas do Lagamar ou
a orla das praias desertas foi castrado do exercício jurídico de suas posses
nas quais habitavam tradicionalmente. Sítios herdados dos primeiros
colonizadores do sul do Estado de São Paulo, nos quais tiravam o sustento
próprio e de seus familiares, de modo comprovadamente sustentável por várias gerações. Sítios até então economicamente produtivos de
modo sustentáveis que tornaram-se áreas destinadas à preservação, nas quais, a
legislação impede a exploração econômica.
O homem da floresta perdeu a propriedade e a dignidade.
Incontáveis imóveis até então produtivos, os mais antigos ainda se lembram, nos
quais engenhos de farinha, engenhos de
açúcar, com pequenas criações para o consumo familiar, bananais restritos,
entre outras culturas, foram decretados áreas impróprias para serem cultivadas
transformando repentinamente esses senhores e suas famílias, em nômades
perdidos em cantos das periferias das
cidades.
A posse jurídica desses imóveis até então na mão de
lavradores aculturados nos rincões e grotas perdidas, foram expropriadas e, sem
alternativas, obrigou o deslocamento de famílias para os centro urbanos,
inchando as periferias empobrecidas.
O caiçara de Cananéia atualmente é encontrado nos bairros
distantes de Registro, de Paranaguá, de Curitiba e outras cidades que nada se
assemelham as próprias origens nas orlas dos manguezais.
Que tristeza.
Repentinamente famílias se tornaram invasores de seus
próprios sítios, a maioria deles herdados de pais, avós, bisavos... e
penalizados, muitos dos habitantes foram despejados à força sem quaisquer
direitos. E os poucos que resistiram, permanecem perdidos nos sítios que já não
são mais seus, sem condições de desenvolver as plantações e criações de outrora
e pressionados a se deslocarem, já que na maioria deles, não há energia
elétrica, estrada ou qualquer beneficiamento promovido pelos Poderes Públicos.
Escolas Agrupadas Rurais foram fechadas. Postos de Saúde,
então, nem pensar. Nos tempos atuais do mundo eletrônico, cibernético em que
temos tudo pela internet, como viver sem energia elétrica, proibida nessas
terras objeto de preservações ambientais.
Enfim, situação inóspita incentivadora à imigração,
obrigando os campezinos transformarem-se em urbanos, sem qualquer ajuda ou
incentivo a integração.
Lamentável
O Expresso Vida lamenta profundamente o que ocorre no Vale
do Ribeira, uma área geográfica sempre preservada de modo natural através dos tempos, sendo
explorada ao longo do tempo e agora, aparentemente destinada a reserva de
mercado para pessoas que no futuro irão ocupá-las, valendo-se de artimanhas tão
sabidas e conhecidas, promovidas nos bastidores dos legislativos e outros
poderes públicos.
Merece profunda reflexão e medidas imediatas na tentativa de
reverter o que testemunhamos. "
O Expresso Vida agradece a audiência e convida a todos a sintonizarem as ondas moduladas da Rádio Transmar para ouvir o programa nº03 na próxima quarta feira.
Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Cidadão honorário de Cananéia.
11 setembro 2018
Programa Expresso Vida x Rádio Transmar FM Cananéia
RÁDIO TRANSMAR FM DE CANANÉIA TRANSMITE PROGRAMA EXPRESSO VIDA
Todas às quartas feiras, às 10,45 horas da manhã, a Rádio Comunitária Transmar, de Cananéia, litoral sul do Estado de São Paulo, leva ao ar EXPRESSO VIDA, programa editado e produzido por Roberto J. Pugliese.
Para ouvir o programa sintonize os 87,90 MHZ das ondas de f.m. ou, para ouvir pela rede mundial de computadores, acesse http://www.transmarfm.com.br
A Rádio Transmar FM e a equipe de produção do Expresso Vida agradece a audiência e a ampla divulgação.
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Cidadão Honorário de Cananéia.
07 setembro 2018
PUTANIZAÇÃO
O mercado de indígenas excluídas está vivo.
O Expresso Vida publicou matéria no final de 2012 que, lamentavelmente, continua atualizada.
Vejam o texto.
"sexta-feira, 16 de novembro de 2012
PUTANIZAÇÃO DE PEQUENAS VÍTIMAS BRASILEIRINHAS
De virgens e putas
São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, abriga a maior população indígena do Brasil, com 22 etnias. Lá, é possível comprar a virgindade de uma indiazinha de 10, 12 anos por uma caixa de bombons. Como nas aldeias ninguém tem biotipo europeu, acesso à internet ou valor de mercado, o assunto não vai invadir redes sociais como o caso da jovem catarinense que decidiu leiloar a própria virgindade.
“Película dérmica presente na entrada da vagina. Impermeável, normalmente possui uma abertura anelar, por onde são eliminadas secreções e a menstruação. Em certos casos, a abertura é muito estreita ou pode não existir, requerendo intervenção cirúrgica para evitar a retenção de líquidos”. Eis aí, com rigor acadêmico, a descrição do hímen. Tão excitante quanto as ilustrações de um livro que matou a curiosidade sexual de muitos adolescentes da minha geração: Nossa vida sexual, de Fritz Kahn. Eram uns desenhos grosseiros, moralistas, tão eróticos quanto as entranhas dos ratos de laboratório. À falta dos manuais do Carlos Zéfiro, o Magnífico, aos quais só uns poucos privilegiados tinham acesso (eram, principalmente, os amigos dos jornaleiros; doce clandestinidade), íamos de Kahn. Mas não só dele. Existiam, de fato, currais de iniciação sexual. Prostitutas e empregadas domésticas cumpriam a função sócio-sexual de aliviar o dilúvio hormonal que inundava sonhos e delírios de adolescentes. No Peru (sem duplo sentido), acompanhada de altas doses de preconceito e brutalidade, a meninada de classe média usava uma expressão para declarar vitória no quarto dos fundos: “Tirarse a la chola” (em bom português: traçar a empregada). Pouca informação na família e hipocrisia completavam o quadro.
O hímen atravessou a história como instrumento de poder. Sua ruptura foi, não raro, um símbolo de status. O jus primae noctis, o Direito à Primeira Noite, dava ao senhor feudal o direito de violentar as noivas dos servos na noite de núpcias. Era um recado: neste terreiro, o galo sou eu. Segundo alguns historiadores, esta instituição medieval durou até o século XIX em certas áreas do sul da Itália. Mesmo que não consagrado em textos legais, existem fortes evidências de que os senhores de engenho do Brasil faziam o mesmo com as escravas. Claro que, em numerosos casos, nem esperavam o casamento para consumar a violência.
Ainda na Itália, havia lugares onde uma espécie de código de honra exigia que se pendurasse na janela o lençol manchado de sangue logo após a noite de núpcias. Mais importante do que destacar esses fatos é a pergunta: por que a virgindade sempre foi tão valorizada ? Sem pretensão de avançar numa psicologia de botequim, completo: por que o prazer foi tão dura e longamente censurado ?
Essas reflexões vadias surgem na esteira de uma notícia intensamente circulada nas redes virtuais de comunicação. Mereceu matérias em jornais, suscitou debates na televisão, bombou nas redes sociais. Uma jovem catarinense de 20 anos colocou em leilão sua “película dérmica”. Depois de uma disputa acirrada, um japonês arrematou o minifúndio de poucos milímetros quadrados por R$ 1,5 milhão. As regras para consumação do negócio parecem roteiro de uma cirurgia: uma hora de duração, intimidade limitada (beijo, nem pensar), pagamento combinado com antecedência. A mocinha, que se diz leitora de Shakespeare (como as misses de antigamente diziam, invariavelmente, que liam O pequeno príncipe e apreciavam Somerseth Maugham ...), planejou fazer no ar o que outras prostitutas, a preços mais acessíveis, fazem há séculos em terra. Depois de receber o michê milionário, talvez descole um convite da Playboy ou se candidate ao próximo BBB. Está tendo seus minutinhos de fama, na gloriosa companhia de popozudas desfrutáveis. Se quiser aumentar o lucro, pode fazer uma cirurgia de reconstrução do hímen, vendendo depois uma nova intimidade biônica.
É curioso que isso aconteça em plena era da socialização dos métodos contraceptivos e da liberalização dos costumes. É comum namorados dormirem nas casas dos pais. A descoberta do sexo saiu da clandestinidade. Carlos Zéfiro ficou démodé, atropelado por sites de sexo explícito. Talvez tenha sobrado a velha curiosidade pelo mistério das profissionais. Que tipo de talento erótico, qual habilidade rara teriam as prostitutas ? Será possível transformar uma relação comercial num encontro amoroso ? A verdade é que houve uma sofisticação do negócio e os bordéis cercados por tapumes entraram em declínio.
Não é de hoje que a prostituição, condenada pelos eternos “defensores da família”, é tolerada. A Igreja Católica, por exemplo, a considerava, segundo Nickie Roberts (As prostitutas na História, editora Rosa dos Tempos), “uma espécie de dreno, existindo para eliminar o efluente sexual que impedia os homens de elevar-se ao patamar do seu Deus”.
Aprendemos, dolorosamente, que os religiosos tinham seus próprios métodos para “drenar” o desejo e as fantasias que nem a autoflagelação conseguia eliminar. Voyeurismo, pedofilia, amores secretos, famílias não assumidas.
São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro, abriga a maior população indígena do Brasil, com 22 etnias. Lá, é possível comprar a virgindade de uma indiazinha de 10, 12 anos por uma caixa de bombons, um celular velho ou uma nota de R$ 20. Entre os acusados por esse comércio abjeto, há comerciantes locais, um ex-vereador, dois militares do Exército e um motorista, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. Todos brancos, parte da elite daquela região miserável. Praticamente não há investigação policial e as meninas não têm qualquer tipo de apoio médico ou psicológico. Depois de ouvir dez meninas, a promotora local disse que “é uma coisa animalesca e triste”. As vítimas são ameaçadas de morte se denunciarem os criminosos. Coisas do Brasil profundo. Como nas aldeias ninguém tem biotipo europeu, acesso à internet ou valor de mercado, o assunto não vai invadir redes sociais, nem criar a expectativa da ruptura do hímen da jovem prostituta catarinense. Pobreza não vende.
Jacques Gruman
O texto bem elaborado revela de forma clara o que ocorre com um país que se diz desenvolvido, considerado a 6ª. economia do mundo, na qual suas crianças, seus povos originários e de um modo geral, os mais frágeis são tratados. Sem comentários.
Roberto J. Pugliese
( Colaboração de Victor Hugo Noroefé ) "
O texto é uma realidade triste de um país que está à mingua. Desgraçadamente à mingua e desorientado, com as elites de todos os lugares e segmentos, sugando a sociedade e dela extraindo tudo que pode.
ROberto J. Pugliese
editor
pugliese@puglieseadvogados.com.br
Autor de Direito das Coisas, 2005, Leud
O texto é uma realidade triste de um país que está à mingua. Desgraçadamente à mingua e desorientado, com as elites de todos os lugares e segmentos, sugando a sociedade e dela extraindo tudo que pode.
ROberto J. Pugliese
editor
pugliese@puglieseadvogados.com.br
Autor de Direito das Coisas, 2005, Leud
05 setembro 2018
Rádio Transmar - Expresso Vida - programa nº01 -
RÁDIO TRANSMAR TRANSMITE O PROGRAMA EXPRESSO VIDA - 5 DE SETEMBRO, 2018.
O Expresso Vida traz aos distintos leitores o texto apresentado no programa levado ao ar no dia 05 de Setembro de 2018 pela rádio Transmar, inaugurando a sua programação na rádio.
"Programa nº01-
O Expresso Vida traz aos distintos leitores o texto apresentado no programa levado ao ar no dia 05 de Setembro de 2018 pela rádio Transmar, inaugurando a sua programação na rádio.
"Programa nº01-
DISTINTOS OUVINTES,
saúde, justiça e paz, eu sou Roberto José Pugliese, cidadão honorário de
Cananéia, e o programa de hoje é dedicado a Joaquim José da Silva Xavier, personagem inesquecível dos
brasileiros, herói que ofereceu a própria vida pela libertação do Brasil, e diz
respeito à uma síntese do que será o programa Expresso Vida.
Convidado que fui pela direção da Rádio Transmar muito me
honra produzir semanalmente o programa, previamente gravado, na cidade de
Florianópolis, a linda Capital de Santa Catarina onde resido.
A proposta é trazer para os ouvintes, crônicas em cima de
notícias atualizadas que tenham influencia direta com a dignidade da sociedade
civil, especialmente dos caiçaras do litoral, moradores do Lagamar e Vale do Ribeira.
Crônicas envolvendo interesses direto da população,
revelando aspectos sociais, políticos, jurídicos, econômicos que nem sempre são
estampados pela grande imprensa ou faladas e expostas nas redes de Rádio e TV, muitas vezes por interesses
outros, longe dos anseios populares, justos e voltados para o bem comum.
O Expresso Vida vai abordar mensagens que interessam a
mulher do Vale do Ribeira, aos caiçaras que vivem nas ilhas perdidas do
Lagamar, às crianças da primeira infância e àquelas que já freqüentam as
escolas rurais escondidas no meio da Floresta Atlântica. Mensagem que interessam aos pescadores
artesanais, aos industriais da pesca, aos bananicultores e lavradores de todas
as culturas. Mensagens aos esportistas e artistas regionais, apoiando as
iniciativas artísticas de todos os segmentos, evocando a sustentabilidade das
ações econômicas desde que não inibam os atos tradicionais do povo caiçara.
Vai abordar o que se passa nos bastidores da Câmara
Municipal dos diversos municípios do Vale do Ribeira e também atrás do plenário
da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, do Congresso Nacional e nas
Prefeituras do litoral, numa linguagem de fácil entendimento para o público
leigo e mostrando o comportamento ético dos integrantes dos Poderes Públicos.
Inclusive denunciando tudo que não for de interesse da coletividade.
O Expresso Vida pretende ser uma tribuna da sociedade civil,
ajudando sua organização e a politizando, sem facções ou ideologias
partidárias.
Enfim, vai abordar consciente, sempre o que acontece de bom
em favor das populações urbanas e rurais, aplaudindo iniciativas de agentes e
órgãos públicos, bem como as particulares
promovidas por associações ou de
cunho individual e divulgando amplamente
para incentivos assemelhados.
Por oportuno, resta convidar a todos que acessem o endereço
eletrônico de meu sítio na rede mundial de computadores www.puglieseadvogados.com.br
que serve de plataforma para o fanzine eletrônico, Expresso Vida, com novidades
várias que retratam o dia a dia do mundo contemporâneo.
Obrigado."
O Expresso Vida agradece a audiência e convida a todos a sintonizarem as ondas moduladas da Rádio Transmar para ouvir o programa nº02 na próxima quarta feira.
Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Cidadão honorário de Cananéia.
O Expresso Vida agradece a audiência e convida a todos a sintonizarem as ondas moduladas da Rádio Transmar para ouvir o programa nº02 na próxima quarta feira.
Roberto J. Pugliese
editor
www.puglieseadvogados.com.br
Cidadão honorário de Cananéia.
Quilombolas de Cananéia Protestam !
Expresso Vida apoia a manifestação !
O Expresso Vida conclama a todos apoiarem a moção de apoio abaixo transcrita.
"
FÓRUM
DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO VALE DO RIBEIRA
MOÇÃO DE
APOIO À COMUNIDADE QUILOMBOLA DO PORTO CUBATÃO E DE REPÚDIO À PREFEITURA E À
SECRETARIA DE TURISMO E CULTURA DO MUNICÍPIO DE CANANEIA
O FÓRUM
DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO VALE DO RIBEIRA (FPCTVR), espaço de organização, articulação e
fortalecimento dos segmentos indígenas, quilombolas, caiçaras e caboclos que
existem e resistem em Territórios Tradicionais na região do Vale do Ribeira/SP,
tomou conhecimento, no último encontro do FPCTVR, realizado na Ilha do
Cardoso/Cananeia, em 01 de setembro de 2018, de que o Município de Cananeia,
com o apoio da Associação Recreativa esportiva e cultural do bairro Porto
Cubatão, teria promovido, de forma indevida, a exclusão da Comunidade
Quilombola do Porto Cubatão da Comissão Organizadora da VIII Festa do Pescador e
se apropriado, indevidamente, da coordenação da organização. A comunidade
suspeita que a motivação tenha sido preconceito e racismo, em virtude de
se tratar de uma associação quilombola. Considerando que a Comunidade
Quilombola do Porto Cubatão criou a Festa do Pescador em Cananeia, no ano de
2011, realizando o evento até o ano de 2016, e que se trata de atividade que
promove a cultura quilombola e caiçara, patrimônios da sociedade
brasileira e da humanidade, o FÓRUM DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO
VALE DO RIBEIRA exige que a Prefeitura e a Secretaria de Turismo e Cultura
do Município de Cananeia prestem informações completas sobre a
situação à Comunidade Quilombola do Porto Cubatão, assessorada pela Defensoria
Pública e, imediatamente, suspendam a realização da VIII Festa do
Pescador até que a questão seja adequadamente resolvida.
VALE DO RIBEIRA, 03 DE
SETEMBRO DE 2018 "
A sociedade civil representada pelas comunidades caiçaras
e demais representantes da organização natural do litoral paulista e brasileiro
pode contar com o apoio, sempre que possível, do Expresso Vida, para divulgar
seus reclamos e assim também seus projetos e ações.
Também pode contar sempre com a ampla divulgação pelos
meios de comunicações administrados pelo Expresso Vida.
O texto supra é uma colaboração do dr. José Paulo
Santiago da Silva. ( Paulão )
Roberto
J. Pugliese
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