Conselho Nacional de Justiça corre risco. - Roberto J. Pugliese
A sociedade brasileira está decepcionada. São muitas desilusões que estão levando o povo, o homem comum do povo, o cidadão mediano, raciocinar de forma a criticar o regime democrático. Democracia põe o Estado em situação frágil. Aumenta a impunidade e a insegurança, muitas ações imorais e uma total desorientação politica é o que pensa o brasileiro desses tempos.
COm muito custo foi aprovado a emenda constitucional criando o COnselho Nacional de Justiça, com poderes administrativos, para entre outras atribuições, fiscalizar o Poder Judiciário. No entanto, como são inúmeros os magistrados de carreira, ministros e agentes do Poder Judiciário envolvidos com corrupção e outros desmandos, a Associação dos Magistrados Brasileiros ingressou com ação pedindo fosse exclúido inúmeras atribuições do CNJ, inclusive a de investigar os Magistrados, e o Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar favorável ao pleito.
Assim, mais uma vez a sociedade corre risco. Os magistrados detem, no regime democrático pleno que estamos vivendo, poderes fortes e amplos. Se não forem fiscalizados seriamente, alguns togados mais fracos, se envolvem, como tem acontecido, em atos de corrupção, pondo a sociedade em risco.
A classe politica e juridica e assim também a imprensa tem que se mobilizar em defesa do Conselho Nacional de Justiça.
Roberto J. Pugliese
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
21 dezembro 2011
Conselho Nacional de Justiça corre risco.
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