sábado, 5 de abril de 2014

A metrópole paulista ganhou um santo para protege-la: José de Anchieta.


 
 
 
 
 
 
São Paulo, a metrópole do Padre José de Anchieta.

 

A cosmopolita capital do Estado de São Paulo sempre se destacou e é diferente em tudo. Sua história é peculiar.

 

Nasceu por obra de padres que resolveram erguer um colégio, distante do mar, o único ponto de referencia com o mundo civilizado, num planalto desconhecido, há 70 km. da orla.

 

Destaca-se que as escarpas da Serra do Mar tiveram as suas trilhas perigosas substituídas pela Calçada do Lorena, no século XVIII, tornando-se a primeira estrada pavimentada das Américas.

 

À beira do riacho Ipiranga, foi proclamada a Independência do país em 7 de Setembro, já no século XIX e, agora, entre os seus fundadores, José de Anchieta, é reconhecido e declarado Santo.

 

Sua Santidade o Papa Francisco, nos últimos dias, recentemente, proclamou Anchieta, Santo da Igreja Católica Apostólica Romana.

 

Viva o Padre Anchieta!

 

Viva o padre que andou pelo litoral do Espírito Santo, pelo litoral paulista, esteve preso com os indígenas em Ubatuba na praia de Iperoig e transitou por Itanhaém.

 

Sempre levando a Boa Nova aos ameríndios incultos e pagãos, Anchieta através da palavra procurou transmitir a paz e as boas relações entre os nativos e os colonizadores.

 

Sua biografia é grande. Seu serviço à coletividade foi imenso. Agora, declarado Santo José de Anchieta, tomara Deus que olhe pela sua tão sofrida e esquecida metrópole.

 

 

Roberto J. Pugliese
presidente da Comissão de Direito Notarial e Registros Públicos.OAB,Sc.

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