sábado, 6 de julho de 2013

Bandidagem solta em Florianópolis x Policia omissa...


A Insegurança Pública x Polícia de Santa Catarina


 


“ Campeche, socorro!


01 de julho de 2013

Prezado Cacau,

Neste último sábado, 29-jun, eu e minha esposa, moradores do João Paulo, fomos almoçar no Restaurante do Zeca, no Campeche. Não costumamos frequentar esta praia, mas como o meu filho estava por lá surfando, resolvemos ir. Lá pelas 14h, depois do almoço, quando voltei até a pracinha do estacionamento, que fica ao lado do restaurante, encontrei o meu carro arrombado e o notebook da minha esposa havia sido levado.

Ao me dar conta do fato, comentei com pessoas próximas sobre o absurdo e, para minha surpresa, percebi que elas também estavam atônitas. Num momento seguinte, ouvi turistas reclamando de que o carro deles também havia sido arrombado e que várias bagagens haviam sido levadas. Estavam desesperados, sem saber o que fazer.

Procurei entender tudo que estava ocorrendo e fui rapidamente em direção ao posto da PM, que fica bem próximo da ponta da praia. Chegando lá, encontrei um policial para o qual relatei os fatos, ainda tomado por sentimentos de surpresa e impotência. O policial, depois de ouvir o meu relato repleto de ansiedade e indignação, disse: “Mas agora? Ninguém viu?”. Em seguida, já avisou: BO é na polícia civil, ali (?) no Saco dos Limões. Eu, no mesmo instante, percebi que a expressão e as palavras do policial traziam uma predisposição de não agir, como quem dissesse, quem manda deixar o carro lá!

Saí logo, para não dizer o que não devia e ainda receber voz de prisão no lugar dos bandidos. Voltei para a praça de estacionamento e falei com moradores e lojistas. Bom, aí fiquei totalmente boquiaberto, pois ouvi de várias pessoas que estes arrastões são comuns, semanais e que os marginais agem em grupo e, se você tentar ir atrás, eles se juntam em bando e te pegam. “É bom deixar assim...”, ouvi de um morador. Uma lojista disse que estacionar por ali é muito arriscado, mesmo durante o dia.

Escrevi para a Associação de Moradores do Campeche e agora relato isso a você, para ajudar a entender o que acontece com a nossa polícia. Vou parar por aqui para não dizer o que não tenho como provar!

Grato pela atenção,

Fredi Moser e Gisele Fabiane.”

 Caros leitores: Trata-se de correspondência aberta enviada à Associação dos Moradores do Campeche, bairro do sul da ilha de Santa Catarina. Trata-se de pura verdade.

O Expresso Vida confirma que esses absurdos são constantes e que a região metropolitana da capital catarinense é tão insegura ou mais que São Paulo, Rio, Recife e a polícia militar é não tem prepara para oferecer os serviços à que se presta.

Infelizmente.

Roberto J. Pugliese
www.pugliesegomes.com.br
presidente da Comissão de Direito Notarial e Registros Públicos –OAB-Sc

( colaboração de ICBP Pugliese )

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