O Contador, eterno empregado do fisco
O Fisco não dá tréguas aos contabilistas. São inúmeras as
obrigações que fazem parte da rotina diária de uma empresa de Contabilidade:
DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), Dacon
(Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais), DIPJ (Declaração de
Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica), EFD PIS/Cofins (Escrituração
Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social), DNF (Demonstrativo de Notas Fiscais), entre
outras. Nos últimos anos, o número de prestação de contas, nos três
níveis de federação, cresceu assustadoramente.
E o cenário pode ficar pior,
porque a tendência dessas obrigações é aumentar cada vez mais, de forma
torrencial. Diante deste fato, os mais prejudicados são os profissionais
da contabilidade, uma vez que recai em nossas costas a responsabilidade pelo
atraso ou erro na declaração. Além de ter que “decifrar” a legislação, na
maioria das vezes confusa e que acarretam inúmeras dúvidas na hora do
preenchimento da declaração, os escritórios contábeis precisam treinar seus
empregados e ainda investir em softwares e programas de controle das
informações. Tudo isso custa. E, diga-se de passagem, custa muito caro!
( Iran José de Chaves - remetido por Amaral Contabilidade de São Francisco do Sul, Sc )
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01 março 2012
O CONTADOR, ETERNO EMPREGADO DO FISCO
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