O BANQUEIRO
Certa tarde, um
famoso banqueiro ia para casa em sua "limusine" quando viu dois homens à beira
da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que parasse e,
saindo, perguntou a um deles: - Por quê vocês estão comendo grama...? -
Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - . Por isso temos que
comer grama. - Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer -
disse o banqueiro. - Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo.
Estão ali, debaixo daquela árvore. - Que venham também - disse novamente
o banqueiro. E, voltando- se para o outro homem, disse-lhe: - Você também
pode vir. O homem, com uma voz muito sumida disse: - Mas, senhor, eu
também tenho esposa e seis filhos comigo! - Pois que venham também -
respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso
carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e
disse: - O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos! O
banqueiro respondeu: - Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por
fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de
20 centímetros de altura!
"Quando
você achar que um banqueiro (ou banco) o está ajudando, não se iluda, pense mais um
pouco antes de aceitar qualquer acordo..."
( Colaboração de Dr. José Luis Gorgone, do Cartório de Jaú do Tocantins, To )
Conselho Editorial (inspirado) Carlos H. Conny, presidente; M. Covas, Miguel S. Dias, W. Furlan, Edegar Tavares, Carlos Lira, Plínio Marcos, Lamarca, Pe. João XXX, Sérgio Sérvulo da Cunha, H. Libereck, Carlos Barbosa, W. Zaclis, Plínio de A. Sampaio, Mário de Andrade, H. Vailat, G. Russomanno, Tabelião Gorgone, Pedro de Toledo, Pe. Paulo Rezende, Tabelião Molina, Rita Lee, Izaurinha Garcia, Elza Soares, Beth Carvalho, Tarcila do Amaral, Magali Guariba, Maria do Fetal,
17 fevereiro 2012
História comovente - O banqueiro !
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